RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

Como o Queen se virou nos trinta e ganhou o jogo que o AC/DC sequer tentaria, admite Angus

A banda que poderia ter chegado ao tamanho do Led Zeppelin, segundo Phil Collen

Os álbuns do Rush que são os prediletos de Regis Tadeu

Como a banda mais odiada do rock nacional literalmente salvou a MTV Brasil da falência

"Eu acreditei que ia rolar": o dia que Regis Tadeu comprou Jéssica Falchi no Mastodon

O clássico do Metallica que James Hetfield considera "fraco": "Um enorme sinal de fraqueza"

Anthrax toca trecho de música nova durante show no Canadá

A condição que o irmão de Andre Matos impôs para fazer teste na banda solo do cantor

Metal Hammer coloca novo álbum da Nervosa como um dos discos que você precisa ouvir em 2026

Primal Fear confirma apresentação em Belo Horizonte

Gastão Moreira diz que Phil Anselmo é um ótimo vocalista - apesar de ser um idiota

Músicos do Children of Bodom fazem show em homenagem a Alexi Laiho

Lamb of God lança "Blunt Force Blues", faixa de seu próximo disco

Jaqueta de Dinho é encontrada preservada em exumação e integrará memorial dos Mamonas Assassinas

"Cala a boca e canta"; Joan Jett explica por que nunca vai se sujeitar a isto


Bangers Open Air
Bad Religion

Lana Del Rey: Mais roqueira, com a ajuda de Dan Auerbach

Resenha - Ultraviolence - Lana Del Rey

Por
Postado em 31 de março de 2019

Desde que Lana Del Rey surgiu, discute-se é fabricada, fantoche de executivo de gravadora, filha de rico brincando de ser diva anos 50. Em 2014, saiu seu terceiro álbum, Ultraviolence, coisa mais de manipuladora do que de manipulada.

A mudança em relação ao estardalhaço de Born to Die é coisa de quem é dona do nariz. Se não, por que abandonar a fórmula mais acessível da estreia, com seus elementos popeantes de trip e hip hop, em favor de uma produção mais blues, jazz e até rock? Não que Ultraviolence seja hermético, mas há menos trechos imediatamente assobiáveis e grudentos à primeira ouvida do que em Born. Para conseguir efeito mais rocker, Lana escolheu Dan Auerbach para a produção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A versão deluxe possui dezesseis faixas. Lana segue cantando sobre relacionamentos com homens tóxicos, sobre grana, poder, sexo, tristeza e diversos símbolos contraditórios/deteriorados do Sonho Americano, no mundo de Del Rey, asfixiado por álcool e desilusões e, em Ultraviolence, até por solos de guitarra, como em Shades of Cool, que assinala com maestria o deslocamento para orquestração suntuosa, ainda que mais esparsa do que costumava ser, por mais antitética que possa soar tal afirmação.

Canções com trechos grudentos começam a aparecer a partir da faixa quatro, Brooklyn Baby. Em meio a tantas personagens sofredoras, as ótimas Money, Glory, Power e Fucked My Way to the Top trazem femme fatales lutando com as armas que a natureza lhes deram para vencer num mundo dominado por machos. Sem contar os refrões cantaroláveis, como os diversos contidos em Born. Não há vez que não ouça a lentaça linda Old Money que não emende os primeiros versos aos de A Time for Us, do Romeu e Julieta do Zefirelli lá do ocaso dos anos 1960.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Enfim, Lana Del Rey realizou um grande álbum, que provavelmente não convenceu os detratores, mas, à época, quem se importava com eles?


Outras resenhas de Ultraviolence - Lana Del Rey

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Manifesto
Stamp


publicidadeRogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Roberto Rillo Bíscaro

Roberto Rillo Bíscaro é professor universitário e edita o Blog do Albino Incoerente desde 2009.
Mais matérias de Roberto Rillo Bíscaro.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS