RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

A música do Rush que fez Neil Peart mudar o jeito de escrever; "experiência humana"

A lenda do rock que ficou anos sem falar com Slash; "eu disse uma besteira sobre ele"

A banda que Bon Scott viu ao vivo e ficou em choque; "parecia o Little Richard no palco"

Por que o Lynyrd Skynyrd gravou um solo de guitarra fora do tom em uma canção clássica?

Flea escolhe o melhor disco dos Chili Peppers, e diz qual música não entraria no álbum

Mansão que pertenceu a Aleister Crowley e Jimmy Page será aberta ao público

A importância histórica que torna imperdível o show do Gackt no Brasil

Paul Rodgers elege o melhor verso de abertura de todos os tempos

O álbum de Peter Gabriel pelo qual Ozzy Osbourne se apaixonou

O clássico do Dream Theater cujo título original era bizarro

Rob Zombie lança "(I'm a) Rock 'N' Roller", faixa de seu próximo disco

Gary Holt homenageia Francis Buchholz, ex-baixista do Scorpions

Processo de composição de novo álbum do Megadeth foi demorado, segundo Dave Mustaine

Megadeth entrega muita emoção em "The Last Note", sua canção de despedida

Scorpions se manifesta sobre morte de ex-baixista Francis Buchholz


Bangers Open Air
Dish Carpens

Lana Del Rey: Mais roqueira, com a ajuda de Dan Auerbach

Resenha - Ultraviolence - Lana Del Rey

Por
Postado em 31 de março de 2019

Desde que Lana Del Rey surgiu, discute-se é fabricada, fantoche de executivo de gravadora, filha de rico brincando de ser diva anos 50. Em 2014, saiu seu terceiro álbum, Ultraviolence, coisa mais de manipuladora do que de manipulada.

A mudança em relação ao estardalhaço de Born to Die é coisa de quem é dona do nariz. Se não, por que abandonar a fórmula mais acessível da estreia, com seus elementos popeantes de trip e hip hop, em favor de uma produção mais blues, jazz e até rock? Não que Ultraviolence seja hermético, mas há menos trechos imediatamente assobiáveis e grudentos à primeira ouvida do que em Born. Para conseguir efeito mais rocker, Lana escolheu Dan Auerbach para a produção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A versão deluxe possui dezesseis faixas. Lana segue cantando sobre relacionamentos com homens tóxicos, sobre grana, poder, sexo, tristeza e diversos símbolos contraditórios/deteriorados do Sonho Americano, no mundo de Del Rey, asfixiado por álcool e desilusões e, em Ultraviolence, até por solos de guitarra, como em Shades of Cool, que assinala com maestria o deslocamento para orquestração suntuosa, ainda que mais esparsa do que costumava ser, por mais antitética que possa soar tal afirmação.

Canções com trechos grudentos começam a aparecer a partir da faixa quatro, Brooklyn Baby. Em meio a tantas personagens sofredoras, as ótimas Money, Glory, Power e Fucked My Way to the Top trazem femme fatales lutando com as armas que a natureza lhes deram para vencer num mundo dominado por machos. Sem contar os refrões cantaroláveis, como os diversos contidos em Born. Não há vez que não ouça a lentaça linda Old Money que não emende os primeiros versos aos de A Time for Us, do Romeu e Julieta do Zefirelli lá do ocaso dos anos 1960.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Enfim, Lana Del Rey realizou um grande álbum, que provavelmente não convenceu os detratores, mas, à época, quem se importava com eles?


Outras resenhas de Ultraviolence - Lana Del Rey

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Stamp


publicidadeRogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Roberto Rillo Bíscaro

Roberto Rillo Bíscaro é professor universitário e edita o Blog do Albino Incoerente desde 2009.
Mais matérias de Roberto Rillo Bíscaro.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 4 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS