Distopia: o rock que vem do Norte
Resenha - Distopia - Distopia
Por Nelson de Souza Lima
Postado em 13 de dezembro de 2018
Que o Brasil é um país de dimensões continentais com enormes diferenças culturais, econômicas, raciais e sociais não é novidade pra ninguém. Assim como não é surpresa vermos a região norte desse gigantesco território ainda com distanciamento. A primeira coisa que vem à mente quando falamos naquele pedaço do Brasil é a Amazônia e a enorme devastação que assola a floresta. Porém quando o assunto é rock and roll a região norte também produz ótimas bandas. Prova disso é o quinteto Distopia. Com apenas quatro anos de estrada o grupo de Porto Velho, RO, tem angariado fãs a cada dia. O Distopia traz nas suas fileiras Hugo Borges (vocal), Vandrin Rodrigues (guitarra/voz), Rafini Root (guitarra), Mikeias Belfort (baixo) e Renan Lima (bateria). Em 2017 os portovelhenses fizeram a estreia discográfica com o disco homônimo trazendo 10 faixas autorais. O pop rock romântico com letras que versam sobre relacionamentos rompidos, namoros impossíveis ou irrealizáveis gerou alguns clipes que já alcançaram um número considerável de visualizações no Youtube. "Tempestade", por exemplo, ultrapassou um milhão de views, se constituindo até aqui no maior feito dos caras. Outros destaques do álbum são "Dias atrás", (nada a ver com aquela do CPM22), "Como se fosse Amanhã", "Primeira Vez" e "O que você quer de Mim". Como toda banda de rock os caras têm suas musas. Receberam homenagens "Ketiana" e "Ana". Será que são uma só? A banda varia o tema partindo para a crítica social na boa "C.P.I", na qual Hugo Borges mostra indignação diante de uma câmara e senado corruptos. "Distopia", o disco, foi gravado no Estúdio Play Sonora com produção de Hélio Vieira, Hugo Borges e Vandrin Rodrigues. A mixagem e masterização ficaram a cargo de Hugo Borges. É uma boa estreia do Distopia que mostra ter fôlego pra voos mais altos. O norte do país prova que tem rock do bom.
Álbum: Distopia – Lançado em 2017
01- Tempestade
02- Dias Atrás
03- Ketiana (Participação Caio Neiva)
04- Nossa Canção
05- Como Se Fosse Amanhã
06- Ana
07- Primeira Vez
08- O Que Você Quer
09- CPI (Participação Hugo Borges)
10- Eu Não Te Amo Mais
Gravado no Estúdio Play Sonora.
Mixagem e Masterização: Hugo Borges
Produzido por: Hélio Vieira, Hugo Borges e Vandrin Rodrigues
Vozes, guitarras e teclados: Vandrin Rodrigues
Baixo: Mikeias Belfort
Bateria: Renan Lima
Guitarras: Rafini Root (nas faixas "Ana" e "CPI")
Participação: Caio Neiva em "Ketiana", Naldo Macien (Teclados em "CPI") e Hugo Borges (Discurso em "CPI")
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Loudwire coloca álbum do Angra como "melhor álbum de progpower" da história
O hit da Legião Urbana que foi mal interpretado como apologia ao fascismo
A criança que irritou Joey Ramone a ponto de inspirar um clássico dos Ramones
A música que David Gilmour vetou na reunião histórica do Pink Floyd
U2 volta ao Brasil no início de 2027, diz portal de notícias
A banda holandesa dos anos 1970 que Humberto Gessinger está ouvindo sem parar
As quatro bandas que Dave Mustaine incluiria em um novo Big Four
G1 põe rock e metal como grandes vencedores do Top 10 de shows do Rock in Rio
Rafael Bittencourt explica por que o Angra voltou a olhar para a fase Andre Matos
O disco da "fase John Bush" que é o preferido de Scott Ian, guitarrista do Anthrax
A formação do Black Sabbath que não funcionou, na opinião de Geezer Butler
A espécie de "Massacration europeu" com quem Bruno Sutter quer dividir o palco
Nicko McBrain diz que voltaria a tocar e gravar com Iron Maiden com condição
My Chemical Romance quase descartou música que se tornou um dos seus maiores hits
Os dois piores álbuns da discografia do Kiss segundo seu vocalista Paul Stanley
Site britânico exalta álbum de estreia d'Os Mutantes como "uma obra-prima"
Eloy Casagrande revela sua opinião sobre Greyson Nekrutman, que o substituiu no Sepultura
O motivo que leva o Maiden a não combater camisetas piratas, de acordo com Regis Tadeu

Relevante como nunca, Totalitär retorna após vinte anos com EP furioso
Herman Frank - O motor barulhento, rápido e construído para rodar
Entre nostalgia, legado e recomeços, Beseech apresenta seu 7º álbum de estúdio
Veterano Sacrifice mostra que continua afiado como nunca no ótimo "Volume Six"
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
Black Sabbath: Born Again é um álbum injustiçado?



