Spacetime Ripples: primeiro álbum da banda mineira chega com força
Resenha - Legend of Creation - Spacetime Ripples
Por César Rezende
Postado em 20 de abril de 2018
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Os mineiros da banda The Spacetime Ripples compuseram um álbum que inicia-se com a faixa que dá nome ao novo trabalho - "Legend os Creation" -, propiciando ao ouvinte uma introdução intensa, arrastada e pesada como um belo exemplo de doom metal. O contrabaixo é o instrumento de destaque desta música, visto que as cordas de alto calibre em baixa afinação trastejam ferozmente aumentando a intensidade da música.
Logo em seguida a faixa "I Got Music" traz consigo o riff matador de guitarra abrindo os trabalhos de forma análoga ao Zakk Wylde nos tempos primórdios de sua atuação ao lado de Ozzy Osbourne. A música apresenta também uma pegada de rock psicodélico, que repentinamente, interrompe-se e retorna com o empolgante refrão. O destaque dessa faixa vai para as 6 cordas pela pegada firme, passagens de nota com trechos de escalas bem executados e criatividade.
A terceira canção - "Freedom Fight" - segue a linha instrumental de sua antecessora, porém com um show a parte de vocalização e técnicas de canto que vão além do tradicional trabalho realizado costumeiramente por bandas que tocam o estilo stoner rock. Nota-se claramente influências de Robert Plant pois é utilizada técnica de drive de voz nos aumentos de tom de vocalização enquanto, ao descer o tom para acompanhar os momentos da banda, o vocalista expressa-se com uma voz limpa. Tal técnica exige estudo e dedicação, visto que executar tal recurso de forma inversa é mais fácil.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
"Against The Wall" segue uma linha mais voltada para o post-grunge porém, sem perder no quesito qualidade. Novamente o vocal mostra-se como ponto forte da canção.
O ouvinte então, ao desfrutar a quinta faixa, depara-se com teclado utilizando sintetizador e efeitos nos vocais que fazendo com que soem de forma semelhante aos gravados na década de 40. Tal aspecto torna a música "So Alive" uma peça fundamental num álbum que mostra-se stoner, alternativo e psicodélico.
"High All The Time" é, em primeiro momento, um exemplo de post-grunge empolgante e evolui para uma mistura instrumental com influências de heavy metal e new metal, acompanhado por um vocal grunge que relembra as bandas de Seattle do início dos anos 90.
A bateria pulsante, com chimbal e bumbo soando concomitantemente, acompanhada pela guitarra psicodélica e baixo bem marcado engrandecem a música "Don't Mind" e dá sequencia ao disco mantendo-o coeso e coerente com a proposta da banda.
A penúltima faixa " Single Day" possui uma pegada new metal em compasso lento lembrando bastante o trabalho grandioso de bandas como por exemplo o Limp Bizkit.
O álbum chega ao fim com um belo riff de guitarra, bem ao estilo stoner rock, acompanhado de um vocal vibrante, bateria bem marcada e contrabaixo realizando as passagens com oitavas. O drive de guitarra utilizado foi uma feliz escolha para a música de encerramento deste belo disco - "Fool On Fire".
Track-list do CD:
1. Legend of Creation
2. I Got Music
3. Freedom Fight
4. Against The Wall
5. So Alive
6. High All The Time
7. Don't Mind
8. Single Day
9. Fool On Fire
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Black Label Society confirma shows no Brasil e apresentação exclusiva do Zakk Sabbath
A curiosa origem do nome artístico de Rafael Bittencourt, segundo o próprio
Geddy Lee ficou enojado com bateristas se oferecendo ao Rush após morte de Neil Peart
Álbum perdido do Slipknot ganha data de lançamento oficial
Com ex-membros do Evanescence, We Are the Fallen quer retomar atividades
O álbum que quase enterrou o Black Sabbath, até que Ozzy voltou e salvou a banda
Slayer vem ao Brasil em dezembro de 2026, segundo José Norberto Flesch
Show do Iron Maiden em Curitiba é oficialmente confirmado
Sebastian Bach, Mark Osegueda e outros cantores celebram 40 anos de "Transformers"
Crypta abrirá próxima tour do Arch Enemy e The Black Dahlia Murder
Saturnus confirma primeiro show no Brasil; banda tem disco inspirado em Paulo Coelho
Rafael Bittencourt, fundador do Angra, recebe título de Imortal da Academia de Letras do Brasil
Vinnie Paul gostaria que disco do Guns N' Roses fosse tocado em seu funeral
A única banda que uma criança precisa ouvir para aprender rock, segundo Dave Grohl
As duas músicas "perfeitamente elaboradas" segundo Rachel Bolan (Skid Row)
A sincera e entusiasmada opinião de Jimmy Page sobre Syd Barrett, fundador do Pink Floyd
Fernanda Lira e Rafael Bittencourt dão a real sobre os haters da internet
As melhores músicas de John Lennon segundo Yoko Ono: "Ele era bom em fazer hinos"

Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Draconian - "In Somnolent Ruin" reafirma seu espaço de referência na música melancólica
Espera de quinze anos vale cada minuto de "Born To Kill", o novo disco do Social Distortion
"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR
"Operation Mindcrime III" - Geoff Tate revela a mente por trás do caos
O Ápice de uma Era: Battle Beast e a Forja Implacável de "Steelbound"
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes
