Ego Kill Talent: Disco de estréia com o pé direito (e na porta!)

Resenha - Ego Kill Talent - Ego Kill Talent

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Por Well Soulzera
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

A banda Ego Kill Talent é uma espécie de supergrupo brasileiro formada em 2014 por Jean Dolabella (bateria e guitarra), Jonathan Correa (vocal), Raphael Miranda (bateria e baixo), Niper Boaventura (guitarra e baixo) e Theo Van Der Loo (guitarra e baixo), músicos experientes e com anos de estrada, com passagem por diversas bandas como Sepultura, Reação em Cadeia, Diesel/Udora, Sayowa e Desalmado.

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Após o lançamento de dois EP's Sublimated (2015) e Still here (2016), a banda agora lança seu disco completo que, além das músicas de ambos EP's, traz outras quatro inéditas, o disco foi produzido por Steve Evetts, que já trabalhou com Sepultura.

O som da banda é um rockão pesado com muito groove e refrãos pegajosos para ninguém botar defeito, com influências que vão do Stoner, Grunge e Metal, conseguiram criar uma sonoridade orgânica e cativante

O disco começa com a paulada Just To Call You Mine, agitada e cadenciada, a música meio que dá o tom de muito que ouviremos no disco

Em seguida vem Last Ride que mostra muita dinâmica e possui algo de metal, mas com seu refrão grudento, remete aos som grunge dos 90

Still Here vem na sequência e tem cara de hit, música pra bater cabeça e cantar junto com mais um refrão fortíssimo, destaque para os ótimos vocais de Jonathan, alternando muito bem entre voz suave e drives precisos

Heroes Kings and Gods é mais cadenciada cheia e de dinâmica, mas não menos ótima

A banda segue firme e a próxima é Sublimated, talvez a música mais metal do disco, que foi também o primeiro single e vídeo, seu riff principal remete à algo de Sepultura novo mas logo vai parar em um Stonerzão cheio de energia, destaque para os ótimos vocais de Jonathan

We All é outra música cheia de excelentes dinâmicas e com refrão cativante, radiofônica, é um hit em potencial

A quase balada Same Old History tem um final com guitarras meio Soundgarden com belo trabalho de voz

Old Love and Skulls e The Seacher trazem refrãos fortes com ótimos arranjos de guitarra e bateria

O disco se encerra formidável com Try (There Will Be Blood) , uma das melhores , com refrão que lembra algo de Foo Fighters e faz você querer sair batendo cabeça

A banda acertou a mão e entregou um disco vigoroso, mas também acessível, capaz de agradar a muitos ouvintes de várias vertentes do rock, é difícil destacar algum integrante, pois todos desempenham muito bem suas funções e a banda ainda faz um rodízio de instrumentos durante a execução de algumas músicas, exceto a voz, que fica sempre a cargo do ótimo Jonatham Correa, que aqui no Ego Kill Talent consegue mostrar bem melhor seu potencial como vocalista do que na sua antiga banda Reação em Cadeia, explorando tons mais altos, vocais suaves e drives excelentes

Ao vivo a banda também tem uma performance destruidora, assisti a um show dos caras no Lado B, em São Caetano do Sul/SP, junto com a também excelente Doze e os caras impressionam pela qualidade e energia que trazem ao palco

Track List

Just To Call You Mine
Las Ride
Still Here
Heroes, Kings And Gods
Sublimated
We All
Same Old History
Old Love And Skulls
The Searcher
Try

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