The Browning: Mantendo vivo o espírito do electronicore
Resenha - Isolation - Browning
Por Victor de Andrade Lopes
Fonte: Sinfonia de Ideias
Postado em 26 de julho de 2016
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Desde a sua formação, o The Browning passou por muitas mudanças, não só no que diz respeito a membros entrando e saindo, mas também a integrantes que trocam de função dentro da mesma formação. Chegamos a 2016 com a seguinte configuração: o sempre presente Jonny McBee nos vocais guturais, teclados, programação e afins; Cody Stewart na bateria; Brian Moore na guitarra, após um período no baixo; e Rick Lalicker nas quatro cordas. Ufa!
Mas as mudanças não comprometem o som da banda, ainda bem. O The Browning segue sendo um dos melhores grupos de seu nicho, e o terceiro disco Isolation apenas reforça isso. Se o We Came as Romans e o I See Stars começaram a seguir um caminho (talvez sem volta) para um enjoativo rock eletrônico, os rapazes do Kansas seguem firmes e fortes na até pouco tempo atrás impensável união do metal com a música eletrônica.
E se tem uma coisa que destaca o The Browning de seus colegas de gênero, é o uso que faz do aspecto eletrônico. A ala mais sintética da banda consegue marcar fortemente sua presença sem abusar, sem competir por espaço com a guitarra. São sons que parecem extraídos de um daqueles CDs de sucessos das baladas dos anos 1990.
A coesão do álbum é tamanha que não compensa comentar faixa por faixa. Destaco então as aberturas "Cynica" e "Pure Evil" e a sequência matadora "Hex", "Phantom Dancer", "Cryosleep" e "Disconnect". Esta última ganhou um lyric video e tem a participação do controverso Frankie Palmeri, vocalista do Emmure - aquele que lançou uma linha de camisetas com estampas no mínimo inadequadas, como aquela que combinava uma imagem dos responsáveis pelo massacre de Columbine nos corredores da instituição com os dizeres "atire primeiro, pergunte por último".
Se um amigo seu pedir um CD para conhecer o electronicore, dê Isolation sem medo. São 12 faixas que aplicam o gênero conforme manda o manual, e ganha uns pontos bônus por vir num momento em que outras bandas ou acabaram ou estão se arriscando em caminhos suspeitos.
Abaixo, o lyric video de "Disconnect":
Track-list:
1. "Cynica"
2. "Pure Evil"
3. "Isolation"
4. "Dragon"
5. "Fallout"
6. "Vortex"
7. "Spineless"
8. "Hex"
9. "Phantom Dancer"
10. "Cryosleep"
11. "Disconnect"
12. "Pathologic"
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
O melhor disco de thrash metal de cada ano da década de 90, segundo o Loudwire
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A melhor música de cada disco do Megadeth, de acordo com o Loudwire
Agenda mais leve do Iron Maiden permitiu a criação do Smith/Kotzen, diz Adrian Smith
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
O ex-integrante do Megadeth com quem Dave Mustaine gostaria de ter mantido contato
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
A importância do jogador de futebol Kaká para os evangélicos, segundo Rodolfo
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
O álbum que para Andreas Kisser tem "a maior música já escrita no Rock"
Roger Waters responde que música do Pink Floyd ele gostaria que tocasse em seu velório
Bill Hudson: "No Brasil, se você não tocar com ex-membro do Angra, ninguém vai ouvir"


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



