Sweet Destruction: Debut da banda de hard rock do interior de SP
Resenha - Sex, Love & Lies - Sweet Destruction
Por Wellington Damázio
Postado em 29 de junho de 2016
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Se há uma palavra certa para classificar a SWEET DESTRUCTION esta é: ousadia. Quatro garotos na faixa dos vinte e poucos anos de idade e com muito talento fizeram o que muitos "marmanjos" não conseguiram em termos de produção de rock autoral na região de Rio Claro-SP recentemente, considerando a grande quantidade de músicos experientes que existe nesse cenário.
Ao ouvir esse debut com cinco faixas composta pela banda, nota-se claramente a expressão de um trabalho sério, integrado, com foco e atitude. Isso pode até ser algo bastante óbvio, mas hoje em dia no cenário da música atual, isso é raro e extremamente importante para conseguir um resultado notável.
A sonoridade deste EP (extended play) expressa um hard rock da melhor qualidade, garantida pela grande habilidade técnica de seus músicos, remetendo o ouvinte aos anos 80 (com influências à la Motley Crüe, Guns & Roses, Skid Row, Ratt, entre outras bandas) com tema das letras envolvendo sexo, com ou sem amor e mentiras relacionadas, tal como o próprio título deste trabalho já se apresenta.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
A faixa "Concrete Town" abre este mini-álbum de maneira pesada e agressiva, com a guitarra rasgando o silêncio, sendo somada posteriormente ao ritmo bastante cadenciado da bateria movida a dois bumbos e marcada junto com o baixo como se fosse um motor possante até a chegada do riff principal com a voz de natureza pecaminosa. A pegada do som é implacável do começo ao fim, com refrão e algumas variações interessantes, além de um solo de guitarra muito bem executado garantindo seu completo headbanging.
Em "Fake Peace Age" há um clima mais pesado que se abranda em algumas passagens, como se fosse aquela "relaxada" após o ritmo intenso do "amor". Uma mentira ou só uma pausa para um cigarro antes de tudo começar de novo? É a calmaria antes da confusão.
Na sequencia deste trabalho, novamente o peso e a pegada voltam de maneira brilhante através de "Rapid Fire". Uma composição cheia de riffs altamente energéticos como o próprio título já se apresenta, sendo dividida por um refrão possante entre os berros agressivos de seu vocalista e que segue "quente" até o seu final.
O tema "Night of the Damned" remete o ouvinte a uma viagem sonora através de uma balada muito bem executada com vocal profundo, cuja letra tenta por para fora toda mágoa provocada por desencontros, além da guitarra com solos harmoniosos sendo confortados pela base sólida e segura do baixo e da bateria. Uma composição que tem a assinatura similar às baladas de Scorpions e Judas Priest.
Para encerrar este trabalho, fazendo o ouvinte esquecer todas as mentiras e encontrar o verdadeiro "amor", somente mesmo uma faixa com letra e ritmo "sacaninha" de "Saint Obscene" para estimular a libido entre o Rock e o Roll e começar tudo novamente, sem parar. É o tema certo para deixar as veias cheias de intensidade e malícia pulsantes antes, durante e depois da balada.
O mini-álbum "Sex Love & Lies" é certamente um marco no cenário do rock autoral local e contribui para seu engrandecimento, ou ainda mais que isso, pois representa que nem tudo está perdido e traz a esperança de que o Rock ´n´Roll em Rio Claro continua e, quem sabe até pode se projetar para o resto do mundo, sendo que a SWEET DESTRUCTION tem claramente esse potencial.
Se você realmente gosta de ROCK ´N´ROLL, ouça este trabalho de excelente qualidade sonora em volume alto do início ao fim e sinta o quanto ele pode mexer de fato com você.
Track list: Concrete Town/ Fake Peace Age/ Rapid Fire/ Night of the Damned/ Saint Obscene
A SWEET DESTRUCTION é atualmente formada por: PET (Vocal), RAD (Guitarra/Back Vocal), ANDY (Baixo) e FIZZY (Bateria).
Contato: [email protected]
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rockstadt Extreme Fest anuncia 81 bandas para maratona de 5 dias de shows
Apocalyptica confirma três shows no Brasil com turnê em homenagem ao Metallica
Copa do Mundo do Rock: uma banda de cada país classificado, dos EUA ao Uzbequistão
O cantor que Robert Plant elogiou: "Sabem quem acho que tem a melhor voz que já ouvi?"
A música pela qual Brian May gostaria que o Queen fosse lembrado
Ele tem até bituca de cigarro; o fã de Iron Maiden tão fanático que apareceu no documentário
O lendário guitarrista que Steve Vai considera "um mestre absoluto"
A música do Genesis que a banda, constrangida, talvez preferisse apagar da história
10 discos ao vivo que mostram o coração do blues em sua forma mais direta
O melhor guitarrista de todos os tempos, segundo Bruce Springsteen
A música que David Gilmour usou para fazer o Pink Floyd levantar voo novamente
A melhor música que Bruce Dickinson escreveu para o Iron Maiden, segundo a Metal Hammer
A melhor capa de disco de todos os tempos, segundo Vinnie Paul
A melhor capa de disco, segundo Derrick Green, vocalista do Sepultura
Edu Falaschi lembra emoção no show do Angra: "Acabou aquilo que sofri pra caralh*!"
Engenheiros do Hawaii não era uma banda amiga da galera, diz ex-baterista
A banda brasileira de metal extremo que é uma das preferidas de Bill Ward
Led Zeppelin: "Stairway To Heaven" vale mais de US$500 milhões?
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Draconian - "In Somnolent Ruin" reafirma seu espaço de referência na música melancólica
Espera de quinze anos vale cada minuto de "Born To Kill", o novo disco do Social Distortion
"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR
"Operation Mindcrime III" - Geoff Tate revela a mente por trás do caos
O Ápice de uma Era: Battle Beast e a Forja Implacável de "Steelbound"
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes
