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NFL Steve Harris

Mad Dragzter: Retorno com essência mantida

Resenha - Master of Space and Time - Mad Dragzter

Por Vitor Franceschini
Em 20/01/16

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Nota: 8

O retorno do Mad Dragzter (principalmente a gravar) é uma verdadeira dádiva aos fãs de Thrash Metal, afinal no estilo pipocam bandas, mas sempre semelhantes e até pastiches umas das outras. Com estes paulistanos é diferente, pois o leque aqui é mais aberto a influências do Heavy Metal tradicional e à melodia também.

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Após dois grandiosos discos, "Strong Mind" (2003) e "Killing the Devil Inside" (2006), o hiato de nove anos trouxe a banda mantendo a essência, porém talvez mais melódica e ao mesmo tempo direta e versátil. E mais uma vez o Mad Dragzter traz uma bela arte gráfica, o que sempre foi um dos diferenciais do quarteto.

São quinze composições (a banda sempre gravou mais de uma dezena de faixas em seus discos) distribuídas em pouco mais de uma hora, onde um conceito filosófico é abordado no disco interligando as composições. Mesmo parecendo longo, o disco empolga, pois as composições são objetivas (média de 4 minutos cada).

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

Essa objetividade não faz com que as músicas não sejam exploradas nas variações, pois há um belo trabalho de guitarras com riffs e ótimos solos, cozinha coesa, além de quebradas que trazem ainda mais melodias nos andamentos mais lentos, que chegam a ser viajantes em algum momento.

O grande diferencial da banda é que a velocidade não é o prato principal e sua música chega a ser acessível em alguns momentos (principalmente com os refrãos), mostrando uma variação importantíssima pra um estilo tão explorado. A boa produção só merecia um aumento no volume pra ganhar ainda mais energia. No mais, apesar da homogeneidade, faixas como Almighty, Megiddo, Sons of Thunder e One Nation, One Church podem ser os destaques, eu digo podem, pois tem outras faixas belíssimas. Que o Mad Dragzter não se vá mais!

https://www.facebook.com/pages/MAD-DRAGZTER/73957534135
https://myspace.com/maddragzter

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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