Maestah: Gana pra sair da mesmice
Resenha - Maestah - Maestah
Por Vitor Franceschini
Postado em 30 de novembro de 2015
Nota: 8 ![]()
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Belíssimo debut destes paranaenses do Maestah. Desde a primeira composição, a ótima The Pilgrim, nota-se uma gana pouco vista. Formada em 2012, a banda investe em uma sonoridade que mescla o Power Metal e o Prog Metal e consegue sair da mesmice, mesmo em se tratando de dois estilos que talvez não ofereçam mais o que explorar.
Não, a banda não reinventa a roda, mas consegue fazer um som de qualidade que mescla técnica com ‘feeling’, além de incrementar muita emoção na execução das músicas. Tal fato transparece durante todo o álbum, principalmente na interpretação do vocalista Celso de Freyn (Seven Horizons, Stauros) que adota uma linha agressiva e sutil ao mesmo tempo.
Com fortes refrãos (que é uma característica importante da banda) as composições possuem guitarras pesadas, um baixo com linhas diferenciadas e uma bateria forte e com pegada. Tudo com arranjos bem encaixados de teclados que soam na medida certa. A variação e melodia também na medida certa ganham pontos.
Apesar de o Metal soar mais interessante com produções mais orgânicas, uma ‘cristalizada’ no caso do Maestah ficaria interessante. Porém, a produção sonora aqui está longe de ser ruim e atende aos padrões. Vale mencionar a belíssima arte da capa e a versão em italiano para a faixa Little Shining Star, que se transformou em Mia Piccola Stela. Ótima estreia.
https://www.facebook.com/BandaMaestah
https://soundcloud.com/maestah
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