Pray For Mercy: Soando atual sem soar piegas
Resenha - In Absentia - Pray For Mercy
Por Vitor Franceschini
Postado em 28 de outubro de 2015
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Após superar a perda do vocalista Fábio Frazão (morto em 2013), eis que o Pray For Mercy retorna com seu segundo trabalho. Com Bruno Tortorello e Gustavo Oliveira estreiando nos vocais e teclados respectivamente, o septeto mostra um salto incrível de qualidade em relação ao primeiro álbum, que já era excelente.
Mantendo sua linha Deathcore, o grupo adicionou mais brutalidade, mais técnica, mais qualidade e uma melhor produção em "In Absentia" (mérito no último quesito ao renomado Adair Daufembach), o que seja a ser algo natural em termos de evolução.
Impressiona a intensidade das composições que têm letras cantadas em português e chegam a aumentar o batimento cardíaco do ouvinte. Peso, muito peso e uma dose extra de melodia acompanham as músicas que possuem andamentos variados, além de uma dose homeopática de ‘groove’.
Tortorello se entrosou bem com Otávio Augusto e a alternância de vocais guturais com vocais rasgados continua sendo uma das marcas registradas da banda. O trabalho de guitarras é denso, com peso na medida certa e os solos continuam aparecendo pouco, sendo que a cozinha dá todo clima tenso ao disco.
A novidade de "In Absentia" fica por conta das camadas de teclados. Sinistras e maléficas, elas trazem um clima sombrio às músicas e caíram muito bem. Sem sombras de dúvidas o Pray For Mercy serve de exemplo para muitas bandas que investem em um Metal mais moderno na atualidade, afinal provam que é possível soar atual sem soar piegas. Matador!
http://www.prayformercy.com.br/
https://www.facebook.com/PrayForMercyDeath
Outras resenhas de In Absentia - Pray For Mercy
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
Bangers Open Air anuncia 5 atrações para Pré-Party exclusiva em abril de 2026
O riff definitivo do hard rock, na opinião de Lars Ulrich, baterista do Metallica
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
"Morbid Angel é mais progressivo que Dream Theater", diz baixista do Amorphis
O critério do Angra para substituir Andre Matos por Edu Falaschi, segundo Rafael Bittencourt
Alter Bridge, um novo recomeço
Kreator lança "Krushers of the World", seu novo disco de estúdio
Lucifer anuncia agenda pela América do Sul com mais shows no Brasil
The Vintage Caravan cancela turnê latino-americana com 9 shows no Brasil
"Cara, liga na CNN"; o dia em que Dave Grohl viu que o Nirvana estava no fim
Roger Waters dobra a aposta após falar de Ozzy; "não gosto de quem morde cabeça de morcego"
Os três gigantes do rock que Eddie Van Halen nunca ouviu; preferia "o som do motor" do carro
David Gilmour explica porque nunca conseguiu tocar com velocidade
As duas bandas dos anos 1990 que Gene Simmons do Kiss curte bastante
Slipknot: Qual é o significado e a tradução do nome da banda?


Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Megadeth: Mustaine conseguiu; temos o melhor disco em muito tempo



