Bloody Violence: Estreia mostra visceralidade da banda

Resenha - Divine Vermifuge - Bloody Violence

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Por Bruno Faustino
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Oriundos do Rio Grande do Sul, a banda Bloody Violence lançou recentemente seu debut intitulado “Divine Vermifuge”.
Após terem obtido um excelente resultado com o seu lançamento anterior, o EP “Obliterate” de 2014, os gaúchos aproveitaram a empolgação e trouxeram no álbum de estréia toda a visceralidade possível.

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Abrindo o disco, temos as faixas “Lethal Nuclear EVil”/“Lethal Nuclear Evil [Dyatlov Pass]”, que trazem uma construção brutal e linhas bem técnicas, sem firulas ou enrolações. Guitarra afiada, bateria seca e reta, vocais guturais característicos do estilo, mas com algumas variações que beiram o Gore, ressaltando a qualidade do conjunto.

Seguindo temos “Mother Of The Dying”, que desde os primeiros riffs já soa agressiva e imponente, bateria veloz com variações técnicas e com um acompanhamento impecável da guitarra, ressaltando bem a participação do baixo, trazendo ainda mais peso ao trabalho.

Adiante temos “Putrid and Damned”, que coroa o álbum e é a faixa mais cadenciada do registro. A faixa mostra um direcionamento mais seco e vocais que desta vez soam totalmente Gore. Sujos, viscerais e trazendo uma boa dose de excentricidade à obra.

As faixas seguintes apresentam a mesma fórmula, com destaque para “Colares UFO Flap”, que foi a escolhida para ser o primeiro vídeo-clipe do quarteto gaúcho e foi produzido pela Chama Video Independente.

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A arte de capa é assinada pelo ilustrador Rafael Tavares e além de muito bonita e detalhada, reflete toda a atmosfera sinistra das composições da banda.

Formação : Israel Savaris – Baixo
Eduardo Polidori – Bateria
Igor Dornelles – Guitarra
Cantídio Fontes - Vocal

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