Melyra: A propriedade das mulheres do Metal
Resenha - Catch Me If You Can - Melyra
Por Vitor Franceschini
Postado em 05 de outubro de 2015
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Metal ainda pode ser machista, mas não chega nem perto de um passado recente que era dominado pelos ‘marmanjos’. Hoje, a mulherada pegou de vez seu espaço e, além de não dever nada aos homens, criaram uma identidade própria, um jeito delas mesmo de se fazer Heavy Metal, algo consolidado, afinal algumas artistas como Doro, Lita Ford e Joan Jett já haviam semeado esse ‘jeito’ há algumas décadas.
O Melyra é formado só por mulheres e traz um Heavy Metal de alto calibre neste primeiro EP, inspirado nos anos 80, mas que não chega a soar datado. As estruturas das músicas nos remetem à década, porém temos uma roupagem e execução que casam com os dias atuais e soam até atemporais.
O primeiro destaque individual vai para o ótimo trabalho de guitarras a cargo de Fernanda Schenker e Maria Fernanda Cals (que já não faz mais parte do grupo). A dupla destila riffs versáteis que ora são bem pesados (vide Silence) ora mais Hard Rock (Nightmare #1), além de solos bem encaixados.
A cantora Mariana Figueiredo possui um ótimo timbre e o explora de forma natural, demonstrando boa técnica. A cozinha de Helena Accioly (baixo) e Ana de Ferreira (bateria) só fica atrás se for no palco, já que ditam o ritmo e ajudam a exaltar o peso das composições.
Difícil destacar uma ou outra composição (além das já citadas), afinal temos músicas distintas que transitam entre o Heavy Metal e o Hard Rock, mas que se completam no conjunto final da obra. Portanto, já que se trata de um EP com a introdução mais cinco músicas, o negócio é ouvir o disco inteiro. E que venha o debut.
http://www.melyra.com/
https://www.facebook.com/bandamelyra
Outras resenhas de Catch Me If You Can - Melyra
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As quatro melhores músicas do Led Zeppelin, segundo Robert Plant
A melhor música de rock progressivo de todos os tempos, segundo os leitores da Prog
O maior álbum do Queen para Chad Smith; "Eu sempre aumento o volume"
Com ex-Nirvana na bateria, Sleep anuncia nova formação
O maior baixista de todos os tempos, de acordo com Lemmy
Hellfest restringe álcool e desaconselha levar crianças no fim do festival
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
A música do Slayer que soa como Iron Maiden em alta velocidade, segundo a Kerrang!
Alissa White-Gluz mantém Blue Medusa como prioridade mesmo no Dragonforce
O significado irônico de "Somos tão jovens", verso que encerra "Tempo Perdido"
Tom G. Warrior sente falta de rebelião no metal atual e quer mais anarquia
Nita Strauss cresceu acreditando que era descendente de Johann Strauss
A banda punk que Bono considera a melhor de todos os tempos
O músico que The Edge, do U2, gostaria de encontrar no céu
Erik, do Watain, sobre o metal atual: "Não me sinto parte dessa cena"
O dia que Ozzy Osbourne perguntou se Rafael Bittencourt estava chapado
O que significa a expressão "Idos de Março", que batiza o clássico do Iron Maiden
Como Brian May acabou fazendo participação especial em disco dos Paralamas do Sucesso?


"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes



