Assírios: Bombardeando a cena hardcore com riffs

Resenha - Imortalidade - Assírios

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Por Matheus Albuquerque
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O underground carioca está com uma "safra" de ótimas bandas e uma delas é a banda de metalcore Assírios. A banda está para lançar seu mais recente trabalho intitulado "Imortalidade".

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O álbum começa com a introdução "Tudo Pelo que Lutamos" que começa com um piano que logo dá inicio para gritos, que se estendem até o final dela. Logo de quebra tem inicio a música "A Paz Interior É O Que Te Faz Sofrer", ela começa com os gritos da intro que logo é tomada pelo riff dela. Uma música com quebras de ritmos no refrão deixando ainda mais evidente suas influências do metalcore.

"Cinzas ao Vento" é a próxima música que começa com um solo seguido da bateria apenas na caixa e pedais. Esse solo de introdução me lembra muito a banda galesa Bullet For My Valentine. o vocal dessa música é composta de um coro de background enquanto o vocalista Arthur de Castro canta fortemente com seu Drive na voz.

"Você Ainda Respira", que foi o primeiro single da banda, vem como forma de nostalgia para os fãs mais antigos. Um dos melhores riffs do álbum juntamente com a letra sobre ter uma banda na atual cena musical.

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"3:45 am" começa com um solo acompanhado do baixo, noto uma pequena influência em Iron Maiden nessa introdução. Porém, a música quebra em um dedilhado e vocais mais calmos, que continua até o refrão onde há uma explosão de notas mas não de ritmo.

"Babilônia" começa com outro riff super enérgico. A música em seu todo tem um ritmo bem acelerado com o que eu chamaria de "semente do metalcore". Essa é a música que eu mais recomendo aos fãs de Bullet for my Valentine e Trivium, sem dúvidas a melhor música do álbum.

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"Fogo" vem para acalmar os ânimos em um ritmo lento e letras de amor juntamente com um violão doce fazendo com que a balada seja implacável.

Uma introdução dedilhada para dar inicio para a música "De Olhos Abertos". A música entra com peso e tem o tema de como a banda se mantêm forte na música sem perder o foco.

"Nem Tudo É Seu" começa com uma bateria e o vocal. Um ritmo animado que lembra muito Atreyu. A Música fala da alienação e como deve ser a luta contra ela. Os coros dessa música tem leves pitadas de thrash metal mas sem perder seu ritmo bem metalcore.

"Endorfina" começa com uma introdução de baixo que logo é substituída pelo peso de um berro bem grave. a música tem pausas no instrumental sendo seguida apenas por voz e baixo em pontos específicos da música.

"Imortalidade" é a última música do álbum. O som já começa com um riff animado com ótimas linhas vocais variadas por berros e drives. A música encerra o álbum com um piano terminando assim essa viagem pelo metalcore que eu chamaria de tradicional.

Tracklist:
1-Tudo Pelo Que Lutamos
2-A Paz Interior É O Que Te Faz Sofre
3-Cinzas ao Vento
4-Você Ainda Respira
5-3:45 am
6-Babilônia
7-Fogo
8-De Olhos Abertos
9-Nem Tudo É Seu
10-Endorfina
11-Imortalidade




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