Mother Love Bone: 25 anos do CD que catalisou grunge para o mundo
Resenha - Apple - Mother Love Bone
Por Nacho Belgrande
Fonte: Playa Del Nacho
Postado em 20 de julho de 2015
O LP de estreia do MOTHER LOVE BONE, ‘Apple’, chegou às lojas no dia 19 de julho de 1990, permeado por uma nuvem de tragédia. Apenas 4 meses antes, o frontman do grupo, ANDY WOOD, morrera de uma overdose de heroína. Ele tinha apenas 24 anos.
Para seus amigos na cena musical de Seattle, sua morte foi um golpe. "Eu me senti muito só quando Andy morreu", disse Chris Cornell do SOUNDGARDEN ao jornalista Lonn Friend da revista RIP em 1992. "Eu passava muito tempo com ele e tentei canalizar sua dor de modo criativo. A maior parte do tempo eu nem sabia que ele estava se drogando. Eu ofereci a ele que viesse morar comigo, porque ele tinha acabado de sair do tratamento. Ele ia viver na ilha com os pais dele, onde ele crescera. Eu achava que seria mais duro para ele. A maior parte do tempo era eu assistindo a ele lutando contra a vontade de se injetar, de beber. Não era como observar ele pirado, era mais como viver ele agonizando. "
Mother Lovebone - Mais Novidades
As coisas deveriam ter sido muito diferentes para o Mother Love Bone. ‘Apple’ deveria ter saído originalmente no mês que Wood morrera, e havia muita expectativa em relação ao disco. Isso devido em parte ao sucesso do EP ‘Shine’, de 1989, o primeiro trabalho da banda de Seattle por uma grande gravadora, mas também pela abordagem singular do Mother Love Bone. O grupo – que, além de Wood tinha os futuros membros do PEARL JAM Jeff Ament no baixo e Stone Gossard na guitarra, assim como o guitarrista Bruce Fairweather e o baterista Greg Gilmore – abraçava a tradição sem ser escravo dela.
Em ‘Apple’, o quinteto combinava momentos funk-metal, homenagens bluesy ao Led Zeppelin, carisma glam-grunge e a agressividade do hard rock com a pompa do hair metal em favor de algo com mais alma.
Quando ele finalmente foi lançado em julho, ‘Apple’ tinha perdido sua janela; na verdade, ele nem sequer conseguiu emplacar no Top 200 da Billboard nos EUA [um relançamento combinando ele e Shine em 1992, intitulado simplesmente ‘Mother Love Bone’, conseguiu bater no #77]. No fim de 1990, Ament e Gossard se reuniram na banda Mookie Blaylock [que seria rebatizada de Peral Jam logo depois] e começaram a se preparar para o que acabaria virando ‘Ten’, de 1991.
Os colegas de Wood fizeram sua parte para manter sua memória viva. Ament e Gossard uniram-se ao novo colega Mike McCready, Chris Cornell e Matt Cameron e ao produtor e tecladista Rick Parashar para formar uma banda tributo a Andy, o TEMPLE OF THE DOG, que lançou um disco autointitulado em 1991. Aquele disco acabaria registrando clássicos como ‘Hunger Strike’, e ‘Say Hello To Heaven’ que imprimiriam a marca de Wood até hoje.
Coloque WHIPLASH.NET entre suas fontes favoritas do Google
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As bandas de metal que Hetfield não compreende; "Como diabos conseguem lembrar das músicas?"
A música do Led Zeppelin que melhor define Robert Plant, segundo Jimmy Page
O melhor álbum de rock progressivo de cada ano dos anos 1970, segundo a Loudwire
Seis anos após último show com o Aerosmith, baterista Joey Kramer reaparece
A melhor música já escrita em todos os tempos, segundo Bob Dylan e Billy Joel
Bruce Dickinson lamenta ter perdido "metade da vida" dos filhos
Por que Lemmy Kilmister não gostava de "Ace of Spades", música mais famosa do Motörhead
Brasil de fora da tour de despedida do Rhapsody, mas Epica promete "celebração especial"
O melhor disco dos anos 80, segundo a Classic Rock
O álbum do Slipknot que Shawn Crahan não gosta
Hollywood Vampires anuncia álbum ao vivo "At Montreux Jazz Festival"
Os 11 maiores solos com pedal wah da história do rock e metal, segundo a Loudwire
Dimmu Borgir não é black metal? Silenoz dá a sua versão
Jorn Lande aparece cantando na CazéTV e narrador brinca: "É o Ovelha norueguês!"
O "absurdo" que atribuem ao Led Zeppelin, na opinião de Paul Stanley


Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto


