The White Indian: Death Metal feito por descendentes indígenas

Resenha - Sexy Time - White Indian

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Por Vitor Franceschini
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Bom, de imediato (um imediato bem demorado) não consegui entender o nome da banda, mas quando fui checar as fotos dos figuras, saquei. Os caras são descendentes de índios mesmo (norte-americanos), e isso mostra que o Metal não tem cor, raça, etnia, muito menos fronteiras.

Bom, indo ao que interessa, eis aqui um trabalho recheado de brutalidade, podridão e agressividade. Mesmo assim, o que se pode ouvir em "Sexy Time" – segundo EP e quinto lançamento no geral – é uma banda com conhecimento de causa e de técnica elevada.

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Com influências de nomes como Immolation e Cannibal Corpse, o The White Indian traz em suas composições uma mescla bem feita de Brutal Death Metal com o lado mais tradicional do estilo. As composições dispensam solos, e são forjadas a riffs pesados, uma cozinha intensa e vocais guturais ininteligíveis.

O forte da banda é a variação rítmica, já que as músicas caem de 100 km/h a 10 km/h em questão de milésimos, e não perdem o peso de jeito nenhum. A temática sexgore dá o tempero final. Destaque para faixas como a meteórica Tijuana Whorehouse, Anal Laceration e Orgy of Incest.

https://www.facebook.com/pages/The-White-Indian/194860707194...
http://thewhiteindian.bandcamp.com/

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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