Bloodwork: Conhecimento de causa no Death Metal
Resenha - Just Let Me Rot - Bloodwork
Por Vitor Franceschini
Postado em 25 de março de 2015
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Mais um grande nome oriundo das entranhas do Rio Grande do Sul, o Bloodwork não inova no Death Metal – até porque o estilo não exige isso -, mas o faz com maestria e muito conhecimento de causa. Enfim, "Just Let Me Rot" (que título sensacional!), é praticamente um jogo ganho aos amantes do estilo.
Vamos começar pela belíssima produção de Sebastian Carsin ao lado da banda. Carsin, que vem se tornado um grande nome na produção do Metal nacional, conseguiu captar muito bem a sonoridade imposta pela banda, já que o quinteto de São Leopoldo une técnica e brutalidade.
Influenciados diretamente por Cannibal Corpse e Suffocation, os riffs abastecem grande parte do peso das composições, tendo como aliado as enfáticas linhas de baixo que estremecem tudo e uma bateria que é bem explorada ditando os ritmos ora velozes ora mais cadenciados.
Se utilizando de temáticas gore (canibalismo, morte e terror), a banda mostra objetividade em faixas relativamente curtas. Tudo com ótimos vocais guturais, versáteis e que soam rasgados em alguns momentos. A morbidez dita o clima das composições, o que é algo essencial no Death Metal.
Difícil mesmo é destacar apenas algumas composições, mas fique de olho (ou de ouvidos?) em faixas como Defecating Broken Glass, Asphyxiant Cum Load e Toothed Vagina. Mas a indicação correta é apreciar o álbum todo sem moderação. Orgulho do Death Metal brasileiro!
http://www.bloodwork.biz/
https://www.facebook.com/pages/Bloodwork/112876215503680?fref=ts
Outras resenhas de Just Let Me Rot - Bloodwork
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Edu Falaschi pede desculpa a Rafael Bittencourt por conflito no Angra e ouve: "Eu amo você"
Wacken Open Air anuncia mais 50 atrações e cartaz oficial fica complicado de se acompanhar
Taylor Hawkins sobre tocar no Foo Fighters: "Há coisas que faço que Dave Grohl não faria"
Rafael Bittencourt conta pela primeira vez a promessa que fez ao pai de Edu Falaschi
O melhor disco de death metal de cada ano, de 1985 até 2025, segundo o Loudwire
O show que fez os membros do Motörhead, Whitesnake e Twisted Sister chorarem
A lição de Bruce Dickinson e Dave Murray do Iron Maiden que marcou Edu Falaschi
Os álbuns do Metallica que soaram "forçados", segundo James Hetfield
A inusitada ligação entre a criação do Helloween, uma barraca de frango e o Thin Lizzy
David Ellefson solta o verbo contra o ex-companheiro Dave Mustaine; "Vá se f*der"
O melhor baixista da história do heavy metal, segundo o Loudwire
A banda chamada de "novo Led Zeppelin" que tinha Metallica no bolso, e mesmo assim não estourou
O pior músico do Black Sabbath de todos os tempos, segundo o próprio Ozzy Osbourne
A melhor música de "Brave New World", do Iron Maiden, segundo o Loudwire
Edu Falaschi atualiza sobre possível reunião do Angra ao estilo Helloween
O megahit do Sepultura que conta com membro do Skank na gravação e poucos sabem
O megahit sertanejo que tornou competição nas rádios desleal, segundo Tico Santta Cruz
A lendária gravação em estúdio que o AC/DC jamais conseguiu replicar ao vivo


Virgo um dos álbuns mais importantes da carreira de Andre Matos
Em "Attitude Adjustment", Buzzcocks segue firme como referência de punk rock com melodia
"Ritual" e o espetáculo sensorial que marcou a história do metal nacional
Iron Maiden: uma análise sincera de "Senjutsu"



