Bloodwork: Grata revelação do death metal nacional

Resenha - Just Let Me Rot - Bloodwork

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Por Junior Frascá
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Vindo direto das profundezas do Rio Grande do Sul, o BLOODWORK é mais uma das grandes revelações do metal extremo nacional. Praticando um death metal brutal e ultra pesado, o quinteto sem dúvida se coloca no esquadrão de frente do estilo em nosso país, mesmo seno uma banda relativamente nova.
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Ouvindo o álbum, lendo a letra, e observando a arte gráfica do material, fica claro que a maior influência dos caras é o CANNIBAL CORPSE, em especial na primeira fase da banda, com o grande Chris Barnes nos vocais.

Assim, o que temos aqui é uma mescla entre a linha mais old school do estilo, mas com instrumental bem trabalhado e intenso, sem dar descanso ao ouvinte, e linhas vocais soturnas e ininteligíveis, além de letras com temática gore sexual bem repulsivas.

Assim, petardos sutis como "Defecating Broken Glass" (que letra bizarra!!!), "Asphyxiant Cum Load", "Rotten 69" e "Necro Sex Club" possuem todos os predicados para se tornarem clássicos da podreira nacional.

E tudo isso, aliado a uma ótima produção, a cargo da banda e de Sebastian Carsin, fazem com que "Just Let Me Rot", embora curto (são apenas 8 faixas) e sem grandes inovações, seja um dos melhores lançamentos do estilo no Brasil em muito tempo!

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Just Let Me Rot - Bloodwork
(Nacional - 2015)

Músicas:

Defecating Broken Glass
Cunt Suffocation
Asphyxiant Cum Load
Suck My Cut Finger
Human Slaughterhouse
Rotten 69
Necro Sex Club
Toothed Vagina

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Sobre Junior Frascá

Junior Frascá, casado, é advogado, e apaixonado por heavy metal em todas as suas vertentes (em especial thrash, stoner, doom e power metal) desde seus 15 anos. Também é fã de filmes de terror e séries americanas, faz parte da equipe da revista digital Hell Divine e do site My Guitar, e é guitarrista da banda de metal tradicional MUD LAKE.

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