In Absenthia: Segundo passo com cadência e obscuridade
Resenha - A Subtle Teardrop Part 1: Lonely Sinking - In Absenthia
Por Vitor Franceschini
Postado em 14 de fevereiro de 2015
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Os gaúchos do In Absenthia já mostraram em seu primeiro trabalho, o EP "Amongst the Lovers" (2013), um excelente Gothic/Doom Metal onde resgatavam a essência do estilo e se desprendia das tendências surgidas no gênero durante a primeira metade dos anos 2000. Não foi diferente com o single "A Lament (Unveiled by the Moonlight)" de 2014.
Em "A Subtle Teardrop Part 1: Lonely Sinking", seu segundo EP, o quarteto mostra uma boa evolução e mantém a essência dos lançamentos anteriores. Além da produção de mais qualidade (a cargo da banda e de Bruno Añaña, que também faz os vocais rasgados em todas as faixas), a técnica individual e as composições em si se mostram melhor lapidadas.
São duas novas composições, além de A Lament (Unveiled by the Moonlight) que já havia saído como single. Apesar de mais dinâmicas, as novas faixas não perdem a essência obscura. Everlasting Cycle of Consciousness é mais soturna, enquanto My Eerie Affair traz uma faceta mais Gothic com a inclusão dos vocais femininos de Marina Mello bem encaixados.
Vale destacar os belíssimos arranjos de teclados que já apareciam com destaque no primeiro EP, mas que aqui surgem ainda melhores e com mais ‘approach’. O In Absenthia é mais uma banda que prova que o Brasil possui excelentes bandas que abrangem o Doom Metal.
https://www.facebook.com/pages/In-Absenthia/1402644659962684
https://soundcloud.com/inabsenthia
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Show do Guns N' Roses no Rio de Janeiro é cancelado
SP From Hell anuncia sua primeira atração internacional; festival será realizado em abril
Dave Mustaine: "Fizemos um esforço para melhorar o relacionamento, eu, James e Lars"
Por que Ricardo Confessori e Aquiles ainda não foram ao Amplifica, segundo Bittencourt
A banda que é "obrigatória para quem ama o metal brasileiro", segundo Regis Tadeu
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
Adrian Smith reconhece que o Iron Maiden teria acabado se Nicko McBrain não saísse
Megadeth divulga "Puppet Parade", mais uma faixa de seu novo (e último) disco
Dave Mustaine admite que seu braço está falhando progressivamente
As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
Cinco álbuns que foram achincalhados quando saíram, e que se tornaram clássicos do rock
O álbum "exagerado" do Dream Theater que John Petrucci não se arrepende de ter feito
Mike Portnoy se declara feliz por não ter sido convidado a tocar com o Rush
O álbum que o Led Zeppelin não deveria ter lançado, de acordo com Robert Plant
Por que Angra não convidou Fabio Laguna para show no Bangers, segundo Rafael Bittencourt
Por que Flávio Venturini do 14 Bis não participou do lendário álbum "Clube da Esquina"?
Queen e a artimanha infantil de Roger Taylor pra ganhar mais dinheiro que os outros
A solução encontrada por Paulo Ricardo para ficar 30 dias sem falar após problemas na voz


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



