D.A.M.: Aparando todas as arestas

Resenha - Awakening - D.A.M.

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Por Vitor Franceschini
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O melhor ao ouvir este segundo trabalho dos mineiros do D.A.M. é que a banda aparou praticamente todas as arestas encontradas nos trabalhos anteriores. Praticamente todas as falhas – que já demonstravam qualidade – foram sanadas, o que gerou um álbum de extrema qualidade.

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Liderado pelo vocalista e tecladista Guilherme de Alvarenga, a banda faz um Melodic Death Metal mais visceral, na linha de nomes como Children of Bodom e Excess Of Cruelty. Isto é, o instrumental é praticamente Power Metal, tendo vocais rasgados como os principais.

O diferencial é que o D.A.M. explora mesmo a melodia e o faz tão bem que, mesmo com o excesso, não deixa o som enjoativo ou açucarado demais. Talvez os arranjos soturnos e a agressividade da maioria das músicas auxiliem muito bem nisso. Aliás, os arranjos são grandiosos, colocando a música da banda um patamar acima.

Guilherme está cantando como nunca. Seus vocais rasgados estão mais inteligíveis e bem encaixados, além de equilibrados. Não bastasse isso ele ainda se sai muito bem nos vocais limpos. As guitarras estão com timbres ideais e possuem ótimas linhas, assim como o baixo faz sua lição certinha.

Destaques são vários, principalmente quando a banda soa mais dinâmica, exemplo de composições como The Great Work (Magnum Opus Part I), Lies, Illusions, Nightmare (T.M.S. pt IV) e Separation. Com certeza esse trabalho merece atenção, pois trata-se de algo muito bem feito.

https://www.facebook.com/dametalband
https://soundcloud.com/d-a-m-band




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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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