Vidunder: sonoridade vintage, retro e cativante
Resenha - Vidunder - Vidunder
Por Junior Frascá
Postado em 27 de agosto de 2013
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Quando o WOLFMOTHER surgiu, há vários anos atrás, muitos conclamaram a banda como salvadora do rock (como se o estilo precisasse ser salvo). Mas isso não pelo fato de o trio ter reinventado o estilo, ou trazer inovações, muito pelo contrário: pelo fato de os caras terem uma sonoridade até então inesperada para aquele momento da música, calcada no metal e hard rock setentistas. Contudo, após o surgimento da banda, uma gama de outros conjuntos surgiram seguindo essa tendência.
O que quero deixar claro com isso é que, hoje em dia, esse tipo de sonoridade não é mais novidade alguma. Mas, mesmo assim, muitas boas bandas ainda surgem seguindo essa linha com muita competência, como é o caso do VIDUNDER, que chega agora a esse seu primeiro álbum.
O trio sueco, assim, segue essa tendência de fazer uma sonoridade bem vintage, retro e suja, remetendo a nomes como o próprio WOLFMOTHER, além de outros como KADAVAR, RIVAL SONS e GRAVEYARD, e a outras bandas clássicas, em especial de CAPTAIN BEYOND. Portanto, podem esperar por músicas acidas, com produção sem qualquer modernidade, mas sem deixar de lado a agressividade, e "encharcada" de influências de classic rock e blues.
Tudo no disco é muito simples, desde a produção (bem eficiente, diga-se), passando pela arte gráfica e pelas composições da banda.
Além disso, a temática ocultista tratada pela banda em suas letras também faz com que muitos enquadrem a banda na atual cena occult rock.
Quanto a sonoridade, temos faixas diretas e simples, com guitarras cortantes, bateria reta e insana, baixo pulsante e presente, e os ótimos vocais de Martin Prim (também guitarrista), que soam perfeitos para o estilo.
Assim, o disco varia entre momentos mais diretos, como na abertura "Sommoning the Not Living", e outros mais viajados e psicodélicos, como em "Trees" e "Threefold", sendo altamente indicado para todos os fãs de classic rock e hard setentista, e àqueles que curtem essa nova safra de bandas que reverenciam esse período, incluindo as da cena occult rock.
Site oficial:
http://vidunderband.com/
Vidunder – Vidunder (2013 – Crusher Records -Europeu)
1. Summoning The Not Living
2. Into Her Grave
3. Trees
4. Threefold
5. Försummad Och Bortglömd
6. Asmodeus
7. Beware The Moon
8. Fire
9. Threat From The Underground
10. Your Ghost
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
Birmingham, Ozzy Osbourne e o heavy metal que a cidade ainda reluta em assumir
A história de incesto entre mãe e filho que deu origem ao maior sucesso de banda grunge
O maior cantor de todos os tempos, segundo o saudoso Chris Cornell
Foto junta Slash, Duff e Sharon Osbourne, e puxa o fio do tributo a Ozzy no Grammy 2026
A música do Led Zeppelin que John Paul Jones preferia que nunca tivesse existido
Playlist - Os melhores covers gravados por 11 grandes bandas do thrash metal
A banda clássica dos anos 60 que Mick Jagger disse que odiava ouvir: "o som me irrita"
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
Os 5 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Nick Mason do Pink Floyd
John Petrucci relembra "You Not Me", música do Dream Theater escrita com Desmond Child
O melhor disco de thrash metal de cada ano da década de 90, segundo o Loudwire
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
A curiosa opinião de Humberto Gessinger sobre os Raimundos e a cena anos 1990
A resposta inusitada de Supla quando perguntam se ele gosta de AC/DC
David Gilmour elege suas seis favoritas do Pink Floyd


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



