Oprich: sonoridade que abrange o Pagan/Folk Metal

Resenha - Birdless Heavens - Oprich

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Por Vitor Franceschini
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7


Os russos do Oprich surgiram em 1998 sempre com a proposta de investir numa sonoridade que abrange o Pagan/Folk Metal com temáticas focadas no folclore local e no paganismo. "Birdless Heavens" (originalmente intitulado "Небо без птиц", já que cantam em sua língua pátria) é o segundo álbum da banda.

O quinteto oriundo de Rybinsk, norte da Rússia, faz um som que ora lembra os ‘cults’ noruegueses do Storm, e às vezes lembram até os brasileiros do Tuatha de Danann. Mas se o leitor procura algo de mais extremo aqui, pode ir tirando o cavalinho da chuva. Há momentos extremos, mas muito poucos. Os temas aqui são épicos, melódicos...

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Há parte Metal do negócio fica por conta das guitarras distorcidas que destilam bases na linha mais soturna do Doom Metal, enquanto a cozinha se responsabiliza por unir levadas interessantes do Folk russo e partes mais cadenciadas. Os vocais de Pan são graves limpos, e em alguns momentos soam dramáticos demais, em algumas composições backings guturais caíram como uma luva.

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Pan também toca flauta e os arranjos são muito bem desenvolvidos. A produção um pouco suja tirou um pouco o brilho do disco, ainda mais por se tratar de um som que precisa de um áudio beirando à perfeição. Nada de inovador, mas que não soa ruim, indicado somente aos fãs do estilo.

http://www.oprich-band.com/

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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