Gamma Ray: trupe mostra que ainda está em plena forma
Resenha - Masters of Confusion - Gamma Ray
Por Junior Frascá
Postado em 25 de março de 2013
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Após um longo hiato desde o lançamento do excelente "To The Metal" (2010), e para saciar um pouco a saciar um pouco o desejo dos fãs por novas músicas inéditas, os alemães do GAMMA RAY mais uma vez lançam um EP (que já havia sido precedido por outro, "Skeletons and Majesties"), precedendo seu aguardado novo disco, previsto para janeiro de 2013.
E Kai Hansen e sua trupe (que agora conta também com o novo baterista Michael Ehré) mostram que ainda estão em plena forma, mantendo-se como um das melhores bandas do estilo na atualidade, e transbordando paixão pela música pesada.
O EP apresenta apenas duas músicas novas inéditas, "Empire of the Undead" e "Master of Confusion". A primeira é um pouco mais pesada e veloz, com uma temática que foge aos padrões da banda, e tendo como destaque os excelentes vocais de Kai Hansen, bem rasgados e potentes. Já a faixa título é o puro estilo "GAMMA RAY", repleta de ótimas melodias e uma letra bem divertida.
Por suas vezes, há ainda dois covers gravados pela banda. "Death or Glory", do HOLOCAUST ficou fantástica, embora siga a estrutura da original, com ótimos riffs e linhas vocais. A outra, "Lost Angels", do SWEET, ficou bem melhor que a original, adicionando peso, mas apagar o lado pop e acessível da canção, que ficou bem divertida.
A banda ainda acrescentou mais 06 faixas ao vivo, gravadas em Bochum, e que constavam do Blu-Ray de "Skeletons and Majesties Live", mas não haviam sido incluídas no CD duplo ao vivo. Os destaques ficam para as excelentes versões para "The Spirit" e "Time to Break Free" (com a participação de Michael Kiske).
Destaque também para a belíssima capa do disco, o que vem sendo uma constante nos registros mais atuais da banda.
Assim, trata-se de um EP mais do que válido para ir preparando os fãs mais ansiosos para o novo disco do quarteto, além de trazer momentos de muita diversão para o ouvinte. Fica a dica!
Masters of Confusion – Gamma Ray
(2013 – Ear Music –Importado)
Track List:
A Side
1. Empire Of The Undead (new studio track)
2. Master Of Confusion (new studio track)
B Side
3. Death Or Glory (Holocaust studio cover version)
4. Lost Angels (Sweet studio cover version)
C Side*
5. The Spirit / 6. Wings Of Destiny / 7. Gamma Ray
8. Farewell / 9. Time To Break Free / 10. Insurrection
*Recorded live in Bochum.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
Mick Mars perde processo contra o Mötley Crüe e terá que ressarcir a banda em US$ 750 mil
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
Dave Mustaine comenta a saída de Kiko Loureiro do Megadeth: "Era um cara legal"
Por que "Mob Rules" é melhor do que "Heaven and Hell", segundo Jessica Falchi
A melhor música de cada disco do Megadeth, de acordo com o Loudwire
Sepultura anuncia título do último EP da carreira
O conselho que Rodolfo recebeu de vocalista de histórica banda de hard rock brasileira
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A facada no coração que deu origem ao maior hino alternativo do Reino Unido
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
O disco que saiu das apresentações ao vivo do Iron Maiden em 2011 e nunca mais voltou
O profundo significado do "Trem" nas letras de Raul Seixas, segundo o próprio
Como "Lulu" ajudou a criar uma das melhores músicas do Metal da última década


Os 25 melhores discos da história do power metal, em lista da Metal Hammer
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



