Totengeflüster: extremo, brutal e agressivo como Black Metal pede
Resenha - Vom Seelensterben - Totengeflüster
Por Vitor Franceschini
Postado em 06 de março de 2013
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Liderada pelo guitarrista/baixista e arranjador Totleben, a banda alemã Totengeflüster surgiu em 2007, mas somente seis anos depois chegou ao seu debut, este "Vom Seelensterben". Com Narbengrund nos vocais, Totleben foi o responsável por toda concepção deste primeiro trabalho – recentemente a banda adicionou o batera Schattendorn ao seu line-up.
A sonoridade contida em "Vom Seelensterben" é extrema, brutal e agressiva como todo trabalho de Black Metal pede. Mas, a banda consegue a proeza de incluir elementos sinfônicos e orquestrais em sua música, sem fazer com que isso tire o peso ou soe melodioso demais, como é de costume em bandas que aliam o Black Metal a isso.
Tudo do estilo está ali, riffs ríspidos, cozinha direta, vocais rasgados e velocidade, mas tudo envolto por ótimos arranjos de teclados que faz com que as composições soem ainda mais apocalípticas. Um grande exemplo disso é a faixa Der Pakt, que soa brutal, demoníaca e possui ótimos elementos sinfônicos.
Outros destaques são Ein Traumgespinst, a ‘cadenciada’ Vom Seelensterben, Blutsegen - Die Stromende Erkenntnis e Ein Neuer Pfad. Como deu pra perceber, o Totengeflüster canta em alemão, mas isso não faz muita diferença, já que as vociferações de Narbengrund não permitem um melhor entendimento das letras.
A produção a cargo de Marc Globig poderia ter ficado menos suja, mas nada atrapalha a boa audição do álbum. Já a arte gráfica merece menção, pois é linda e ficou a cargo do próprio Totleben, que também é artista e já trabalhou para nomes como Necronomicon (Canada) e Imperium Dekadenz. Ótima estreia!
http://www.totengefluester.de/
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Para Geezer Butler, capa de disco do Black Sabbath é "a pior de todos os tempos"
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
Para Matt Sorum, Velvet Revolver poderia ter sido tão grande quanto o Guns N' Roses
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Dave Mustaine aponta o que poderia resolver sua relação com o Metallica
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain
O clipe do Linkin Park que não envelheceu bem, na opinião de Mike Shinoda
O dia que músico expulso dos Beatles desabafou com João Barone: "Ele ficou triste"
O megahit do Iron Maiden que não representa o som da banda, segundo Steve Harris


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



