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Rival Sons: vai ganhando independência em sua sonoridade

Resenha - Head Down - Rival Sons

Por Júlio César Tortoro Ribeiro
Fonte: Blog Its Electric
Postado em 15 de dezembro de 2012

O Rival Sons é uma das grandes promessas do Hard Rock nesta década, o quarteto californiano adotou uma sonoridade setentista, seja nos timbres, visual e temática das letras e em seu terceiro álbum Head Down, conseguiu amadurecer e aos poucos vai ganhando independência em sua sonoridade que outrora era bem calcada em Led Zeppelin.

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Head Down é o álbum lançado em 2012 que mais me agradou até o momento, e o grande trunfo deste é a performance de banda extremamente convincente, com grandes composições e perfomance digna de grandes nomes do Rock.

O vocalista Jay Buchanan é um dos destaques da banda, com seu timbre bem peculiar, intepretação e técnica invejáveis, as guitarras de Scott Holiday seguem a risca o estilo setentista, mesclando passagens acústicas, bons riffs, melodias e solos à la Jimmy Page, a cozinha formada por Robin Everhart no baixo e Mike Miley na bateria é um achado, com grooves empolgantes e ditando ritmo sem deixar a peteca cair. Um grande time.

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A abertura com Keep On Swinging, primeiro video clip de Head Down, abre com um grande riff e tem um belo refrão e uma levada empolgante graças ao grande trabalho da dupla Everhart/Miley, em Run from Revelation notamos o tal amadurecimento musical, um blues rock com um refrão explosivo, um dos melhores momentos de Jay Buchanan a frente da banda.

The Heist evidencia bem o trabalho das guitarras de Scott Holiday criando uma camada sonora com riffs e partes semi acústicas, e um solo bem encaixado. Na segunda metade de Head Down as influências de The Who e até mesmo Janis Joplin aparecem com mais força ao lado da aura Zeppeliana.

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A passagem instrumental acústica em Nava serve de interlúdio para o grande momento do álbum Manifest Destiny Part 1, uma viagem de 8 minutos que coloca elementos psicodélicos em primeiro plano, somados a a melodia e intensidade típica do Hard setentista com algum toque progressivo e suas longas passagens instrumentais com a guitarra bem a frente. Manifest Destiny Part 2 quebra o clima zen e abre com um grande riff, um som típico do Rival Sons.

As baladas Jordan e True ajudam a tornar o álbum completo, diversificado sem torná-lo cansativo aos ouvintes, Head Down é o melhor álbum do Rival Sons, e sinaliza um futuro ainda mais promissor a esse grande nome da nova safra.

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A banda é formada por
Jay Buchanan (V)
Scot Holiday (G)
Robin Everheart (B)
Mike Miley (D)

Track List
1. "Keep On Swinging"
2. "Wild Animal"
3. "You Want To"
4. "Until The Sun Comes"
5. "Run From Revelation"
6. "Jordan"
7. "All The Way"
8. "The Heist"
9. "Three Fingers"
10. "Nava"
11. "Manifest Destiny, Part 1"
12. "Manifest Destiny, Part 2"
13. "True"

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Sobre Júlio César Tortoro Ribeiro

Paulistano fanático por música e lutas, não sou jornalista, mas sempre gostei de escrever como Hobby, e por isso mantenho um blog totalmente amador chamado Its Electric no qual discorro sobre esses assuntos. Sou contra o radicalismo e apóio quem como eu ainda compra material das bandas e escreve sobre as mesmas por puro gosto.
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