Khrophus: Death com passagens intrincadas e mudanças de ritmo
Resenha - Eyes Of Madness - Khrophus
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 11 de dezembro de 2012
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Khrophus, natural de São José, pode ser considerado como o mais importante grupo de Heavy Metal extremo de Santa Catarina, já tendo na bagagem duas turnês pela Europa e inúmeras apresentações pelo Brasil, além de chegar às finais do Wacken Metal Battle 2010. Com toda a experiência acumulada ao longo de uma trajetória que se iniciou nos idos 1993, agora o pessoal está lançando seu terceiro álbum, o colossal "Eyes Of Madness".
"Eyes Of Madness" é uma extensão do registro anterior, "Presages" (09), onde as novas composições se mantêm fiéis ao tradicionalismo do Death Metal, mas novamente construídas com várias passagens intrincadas e andamentos tão quebrados que o resultado acaba adquirindo traços bastante peculiares. O trio catarinense é composto por músicos que se preocupam em injetar detalhes incríveis e com uma atordoante naturalidade, expressando uma musicalidade aflorada, mas que nunca minimiza o peso descomunal das composições.
Ou seja, o Khrophus não se deixa prender pelo trivial e, como tal, seu repertório pode vir a exigir muita atenção do público, onde "Smoke Screen", "Dead Face", "The Book Of The Dead" e "Master Of The Shadows" se revelam alguns dos exemplos de muita variedade nas vocalizações, riffs e solos de guitarra cheios de classe, linhas de baixo que fazem questão de sempre acrescentar algo às composições, além de um baterista que segura com folgas toda a insanidade de seus companheiros da linha de frente.
Gravado pelo próprio Khrophus, com o amparo do produtor Alexei Leão (Stormental), que também assumiu a mixagem e masterização no AML Studio (Florianópolis), o áudio resultante é de primeira linha. Em suma: os cerca de 30 minutos de "Eyes Of Madness" exalam inspiração e muita paixão, o que explica o motivo de o Brasil ser reconhecido no exterior como um verdadeiro celeiro do Heavy Metal extremo. Lançamento independente que merece uma boa conferida!
Contato:
http://khrophus.com
Formação:
Alex Pazetto - baixo e voz
Adriano Ribeiro - guitarra
Carlos Fernandes - bateria
Khrophus - Eyes Of Madness
(2012 / independente – nacional)
01. Smoke Screen
02. Dead Face
03. By The Sun
04. Interposition
05. Forbidden Melodies
06. The Book Of The Dead
07. Lost Initiations
08. Master Of The Shadows
09. Harvest (Eyes Of Madness)
10. Chimeras
Outras resenhas de Eyes Of Madness - Khrophus
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
Birmingham, Ozzy Osbourne e o heavy metal que a cidade ainda reluta em assumir
A história de incesto entre mãe e filho que deu origem ao maior sucesso de banda grunge
O maior cantor de todos os tempos, segundo o saudoso Chris Cornell
Foto junta Slash, Duff e Sharon Osbourne, e puxa o fio do tributo a Ozzy no Grammy 2026
A música do Led Zeppelin que John Paul Jones preferia que nunca tivesse existido
Playlist - Os melhores covers gravados por 11 grandes bandas do thrash metal
A banda clássica dos anos 60 que Mick Jagger disse que odiava ouvir: "o som me irrita"
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
Os 5 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Nick Mason do Pink Floyd
John Petrucci relembra "You Not Me", música do Dream Theater escrita com Desmond Child
O melhor disco de thrash metal de cada ano da década de 90, segundo o Loudwire
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
A curiosa opinião de Humberto Gessinger sobre os Raimundos e a cena anos 1990
A resposta inusitada de Supla quando perguntam se ele gosta de AC/DC
David Gilmour elege suas seis favoritas do Pink Floyd


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



