Viter: o que contém neste trabalho é muito aproveitável
Resenha - Springtime - Viter
Por Vitor Franceschini
Postado em 30 de outubro de 2012
Nota: 9 ![]()
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Viter ("vento" em ucraniano) é uma banda relativamente nova e de músicos jovens. Fundada em 2010, a banda lançou um EP, um Split e, pasmem, nove singles (!?) até chegar neste "Springtime". Atualmente a banda é integrada por Yulian Mytsyk (vocal), Sviatoslav Adept (guitarra), Volodymyr Derecha (guitarra), Bohdan Potopalskyi (Baixo), Olexandr Ignatov (teclados) e Sergiy Krasutsky (bateria).
A sonoridade do grupo é classificada como Folk 'n' Industrial e apenas pela descrição pode assustar a primeira vista, já que rótulos como Folk Metal e outros relacionados estão um tanto quanto saturados dentro da cena. Mas, certifique-se de ouvir esta banda ucraniana, pois o que contém neste trabalho é muito aproveitável.
Ao contrário do que temos ouvido ultimamente dentro do gênero, ou seja, bandas cantando sobre a floresta com músicas alegres e festivas, o Viter aposta em uma sonoridade mais séria e clássica. Adicione a isso muito peso e sentimento.
Bebendo em fontes como Rammstein, Oomph e In Extremo o grupo ainda adiciona em seu som elementos mais orgânicos (às vezes chegando a lembrar os brasileiros do Tuatha de Danann) que contrastam com uma produção e estética moderna, dando um ar diferenciado à sonoridade de suas composições.
Com vocais limpos, um tanto quanto na linha Gothic Metal, riffs pesados e belos arranjos, as composições possuem uma variação rítmica interessante. Algumas faixas soam dançantes e agitadas, como a faixa título e Viter, por exemplo. Já Marichka (bem Rammstein essa) e Day Eats Days são mais densas.
For The Fire (1º vídeoclipe) e Diving Deep soam mais emotivas e com uma veia gótica, dando ênfase a belos e bem encaixados arranjos. Um trabalho bem produzido, graficamente belo e de muito bom gosto. O Viter ainda possui um belíssimo website, confira.
Vídeo:
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