Dublin Death Patrol: após cinco anos de espera, a volta
Resenha - Death Sentence - Dublin Death Patrol
Por Junior Frascá
Postado em 20 de setembro de 2012
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Exatos cinco anos! Esse foi o tempo que os fãs de thrash metal tiveram que esperar por mais um novo disco do projeto DUBLIN DEATH PATROL, que une os lendários vocalistas Chuck Billy (TESTAMENT) e Steve Zetro Souza (HATRIOT, ex-EXODUS, TENET), e mais nove outros membros, de não menos importância (incluindo ai dois irmãos de Mr. Billy, além de representantes de outras bandas importantes, como VIO-LENCE, LAAZ ROCKIT, TESLA, HEIST, todos de Dublin, na Califórnia). E a espera valeu a pena, pois os caras conseguiram lançar outro discaço, que com certeza é um dos grandes discos do estilo em 2012.
Se no primeiro disco, "DDP 4 Life", tudo soa mais espontâneo e veloz, mostrando amigos que se juntaram para tocar e se divertir, em "Death Sentence" a coisa ficou "mais séria", como se percebe logo de cara, uma vez que o disco consegue ser ainda mais brutal e agressivo que o anterior, embora sua assimilação seja um pouco mais difícil, devido ao fato de as músicas estarem mais trabalhadas, e com arranjos mais elaborados, e menos velozes. Mas não se desespere: as características old school e "oitentistas" estão aqui presentes aos montes, mas apenas incluídas de uma forma mais elaborada, mas não menos direta.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Os riffs continuam o carro chefe do som da banda, e mantém a pegada do material, assim como o contraste entre as vozes de Chuck e Zetro. O primeiro, consegue variar de forma incrível o agressivo e o normal com muita naturalidade, enquanto o segundo tem uma das vozes mais características e marcantes do thrash. E, juntos, os caras conseguem dar um toque todo especial ao DDP.
"Mind Sewn Shut", que abre o trabalho, já mostra todas as qualidades do disco, com uma fúria avassaladora, e com os vocalistas mostrando que, mesmo com já certa idade, ainda estão em plena forma. Uma grande faixa de abertura, que já pode ser considerada um clássico dos caras.
E o disco segue essa linha brutal até o final, e mostra até uma certa dose de modernidade em algumas faixas, como em "Dehumanize" e "Death Tool Rising", que possuem afinação baixa, e muito groove; enquanto outras mantém a sonoridade mais tradicional do thrash, lembrando, obviamente, TESTAMENT e EXODUS antigos, como "Blood Sirens" (que conta com uma rifferama de cair o queixo) e a cadenciada "Macabre Condor". Destaque também para "Welcome to Hell", com riffs cavalgados, e trazendo algumas nuances de power metal bem interessantes.
Difícil dizer se "Death Sentence" supera o debut do DDP, mas sem dúvida o disco é mais um petardo, daqueles que teimam em não sair do player por um bom tempo. E o melhor ainda, assim como "DDP 4 Life", o disco acaba de ser lançado no mercado nacional, pela Hellion Records. Imperdível!
Death Sentence - Dublin Death Patrol
(2012 – Hellion Records - Nacional)
Integrantes do projeto:
Chuck Billy - Lead Vocals
Steve Souza - Lead Vocals
Willy Lange - Bass
Andy Billy - Rhythm/lead guitar
Steve Robello - Lead/ Rhythm Guitar
Greg Bustamante - Rhythm Guitar
Danny Cunningham -Drums
Troy Luccketta - Drums
John Hartsinck - Lead Guitar
John Souza - Bass
Eddie Billy – Bass
Track List:
1. Mind Sewn Shut
2. Dehumanize
3. Blood Sirens
4. Broken
5. Welcome To Hell
6. Conquer And Divide
7. Death Toll Rising
8. My Riot
9. Macabre Candor
10. Butcher Baby
Outras resenhas de Death Sentence - Dublin Death Patrol
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Copa do Mundo do Rock: uma banda de cada país classificado, dos EUA ao Uzbequistão
A música pela qual Brian May gostaria que o Queen fosse lembrado
A melhor capa de disco, segundo Derrick Green, vocalista do Sepultura
Rockstadt Extreme Fest anuncia 81 bandas para maratona de 5 dias de shows
A música do Genesis que a banda, constrangida, talvez preferisse apagar da história
Edu Falaschi comenta mudanças em sua voz: "Aquele Edu de 2001 não existe mais"
Edu Falaschi lembra emoção no show do Angra: "Acabou aquilo que sofri pra caralh*!"
A melhor música que Bruce Dickinson escreveu para o Iron Maiden, segundo a Metal Hammer
Black Label Society confirma shows no Brasil e apresentação exclusiva do Zakk Sabbath
A primeira música do Sepultura que Max Cavalera ouviu em uma estação de rádio
Paul Di'Anno tem novo álbum ao vivo anunciado, "Live Before Death"
O cantor que Robert Plant elogiou: "Sabem quem acho que tem a melhor voz que já ouvi?"
Com ex-membros do Death, Left to Die anuncia álbum "Initium Mortis"
Os 20 melhores discos de heavy metal lançados em 1997, segundo a Louder Sound
Ferraris, Jaguars e centenas de guitarras: quando astros do rock transformaram obsessões em estilo
Olavo de Carvalho: Segundo ele, o Heavy Metal emburrece
A chave oculta no disco do Led Zeppelin que Raul usou para abrir as portas do conhecimento
Mike Terrana: "Malmsteen foi uma das piores pessoas que conheci!"
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Draconian - "In Somnolent Ruin" reafirma seu espaço de referência na música melancólica
Espera de quinze anos vale cada minuto de "Born To Kill", o novo disco do Social Distortion
"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR
"Operation Mindcrime III" - Geoff Tate revela a mente por trás do caos
O Ápice de uma Era: Battle Beast e a Forja Implacável de "Steelbound"
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes
