Nile: Uma das potências do Death Metal mundial
Resenha - At The Gate Of Sethu - Nile
Por Écio Souza Diniz
Postado em 05 de setembro de 2012
Nota: 9 ![]()
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Falar que o NILE é uma das grandes potências do Death metal de todos os tempos, seria quase que uma redundância. No entanto, diante de mais esta obra prima da banda, se faz necessário que isto seja reafirmado. É nítido que Karl Sanders, Dallas Tolerwade e George Kollias têm como objetivo, se superar a cada álbum, evitando que a sonoridade da banda caia na mesmice, e uma prova disso é o uso mais acentuado de vocais rasgados. Outra questão evidente a ser levantada, é que aqui está a maior evolução dos caras como compositores desde "Annihilation of the wicked", de 2005. A trinca inicial formada por 'Enduring the molestation of flame', 'The fiends who come to steal the magick of the deceased' e 'The inevitable degradation of flesh' já conquista o ouvinte na hora, e o deixa na expectativa para o restante das músicas. A entradinha com instrumental tipicamente egípicio é bem colocada em 'When my wrath is done', e a bateria devastadora de Kollias tem seu melhor momento em 'Natural liberation of fear though the ritual deception of death'. Os outros destaques ficam a cargo de 'Supreme humanism of megalomania', com riffs solados marcantes, e a cadenciada 'The chaining of iniquitous'. Em suma, é o tipo de trabalho, que você não consegue ouvir apenas uma vez, e dá aquela vontade de colocar para rodar novamente.
Faixas:
1. Enduring the Eternal Molestation of Flame
2. "The Fiends Who Come to Steal the Magick of the Deceased
3. The Inevitable Degradation of Flesh
4. When My Wrath Is Done
5. Slaves of Xul
6. The Gods Who Light Up the Sky at the Gate of Sethu 05:43
7. Natural Liberation of Fear Through the Ritual Deception of Death 03:30
8. Ethno-Musicological Cannibalisms
9. Tribunal of the Dead
10. Supreme Humanism of Megalomania
11. The Chaining of the Iniquitous
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