Orrör: Um Grindcore primoroso feito por quem sabe
Resenha - Monstro Brasilis - Orrör
Por Vitor Franceschini
Postado em 26 de julho de 2012
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Enfim, chega em nossas mãos a versão física do tão aclamado EP "Monstro Brasilis" da agora one-man-band Orrör, capitaneada por Pelizzetti que toma conta de todo barulho aqui. Antes, havíamos resenhado a prévia do trabalho, em versão virtual e que já chamava atenção pelo Grindcore apresentado.
Vamos dizer que este trabalho conta com uma produção lapidada, feito pelo ex-parceiro de banda Perazzo e co-produzido por Pelizzetti, no Hanoi Studios. Além disso, uma bela arte gráfica, a cargo de Raphael Gabrio embala o disquinho, onde ainda temos o luxo de contar com as ácidas letras traduzidas.
O conteúdo sonoro deste trabalho, como já foi dito em resenhas anteriores, é um Grindcore primoroso, feito por quem sabe o que está fazendo. Não basta ter conhecimento de causa, tem que saber praticar, e o Orrör se sai muito bem nisso. Com uma produção que foge aos padrões do estilo, ou seja, nítida e bem distribuída, a banda despeja um som sujo e limpo ao mesmo tempo (se é que me entendem).
Os riffs ora com influências de Hardcore, ora abafados dão um tom diferenciado às composições enquanto o baixo continua vibrante, dando ainda mais peso e densidade ao som. A bateria segue a velocidade da luz, dando o ritmo para que os vocais guturais possam despejar as letras de protesto.
Não posso deixar de citar as vinhetas que utilizam algumas verdadeiras pérolas citadas pelo saudoso Alborghetti (Luiz Carlos Alborghetti, jornalista policial falecido em 2009 que criou vários jargões, dentre eles o "Cadeia nele"). "Monstro Brasilis" possui 13 faixas que honram o Grindcore nacional. Vale a pena conferir.
http://www.myspace.com/orrorbrasil
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
A música "mais idiota de todos os tempos" que foi eleita por revista como a melhor do século XXI
Cinco discos de heavy metal que são essenciais, segundo Prika Amaral
O clássico que é como o "Stairway to Heaven" do Van Halen, segundo Sammy Hagar
Como é a estrutura empresarial e societária do Iron Maiden, segundo Regis Tadeu
O polêmico álbum de Metal que Geezer Butler gostaria de ter escrito
O guitarrista que usava "pedal demais" para os Rolling Stones; "só toque a porra da guitarra!"
Derrick Green explica por que seu primeiro disco com o Sepultura se chama "Against"
Matt Sorum admite que esperava mais do Velvet Revolver
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
O "músico mais talentoso" com quem Geddy Lee do Rush já trabalhou: "Teimosamente determinado"
A única banda de rock nacional que derrota os Paralamas para Pedro Bial
Metal Hammer coloca último disco do Megadeth entre os melhores da banda no século XXI
Por que David Gilmour é ótimo patrão e Roger Waters é péssimo, segundo ex-músico
O melhor compositor de rock de todos os tempos, segundo Elton John
A banda sueca de metal que Regis Tadeu criticou por uso massivo de playback em show
Marcelo Nova refuta declarações de Humberto Gessinger e imagem comprova o que ele diz
Dave Mustaine e o chilique por causa de batatinhas fritas em festival brasileiro


Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Nightwish: Anette faz com que não nos lembremos de Tarja
Megadeth: Mustaine conseguiu; temos o melhor disco em muito tempo



