Krampus: Ainda é possível inovar o Folk/Death Metal.
Resenha - Shadows Of Our Time - Krampus
Por José Antonio Alves
Postado em 23 de julho de 2012
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Cresceu na última década e começo desta um boom grande de bandas que mesclam Folk Metal com Death Metal e outras influências locais. ELUVEITIE, EQUILIBRIUM e FINNTROLL são só alguns exemplos, e oriundos da terra da Ferrari, nos deparamos com a novata banda KRAMPUS. Com o EP "Shadows of Our Time", a banda busca provar que ainda é possível trazer algo inovador ao Folk/Death Metal.
Formada por Filippo Gianotti (vocais), Marika Geremia (violino), Tommaso Adriano (teclado), Leonardo Rizzi (guitarra), Alessandro Galliera (guitarra/vocais), Matteo Sisti (flauta, gaita de fole), Davide Zamparo(baixo) e Carlo Andrian (bateria), "Shadows Of Our Time" nos mostra 7 faixas de intensas variações em diferentes instrumentos e com forte uso de guturais que até podem nos trazer um "deja-vu" de já ter visto antes, mas que neste caso mostram algumas diferenças.
Um dos itens que diferenciam um pouco a banda neste trabalho é o uso dos teclados, que não chega a seguir uma pegada tão extrema quanto a banda alemã EQUILIBRIUM, ou mesmo dos finlandeses do ENSIFERUM, mas que cria uma atmosfera épica e festiva, eu diria. A faixa título do EP evidencia o uso dos violinos, e quanto às letras, fogem um pouco de falar sobre paganismo, e focam os valores da sociedade nos tempos antigos.
"Tears Of Stone" possui uma melodia marcante, seguida pela não menos épica "The Rocks Of Verden", que é um ótimo trabalho instrumental com bons riffs e a extrema "Witches Lullaby", com bom uso de whistles a afins. "Howl" é um dos bons destaques do trabalho, experimente ouví-la depois de "Tegernakô", do ELUVEITIE, e notará talvez a mais clara influência da banda italiana, sendo que outro aspecto que diferencia a banda é a bateria, que no caso não vai pelo lado mais extremo e é algo mais cadenciado e contido.
Temos que tirar o chapéu para bandas que buscam ousar em seu som, e a proposta do KRAMPUS é ambiciosa, já que não basta simplesmente querer fazer Folk com Death Metal, deve-se ter talento para compôr melodias que cativem o público e que evidenciem a qualidade dos músicos. "Shadows Of Our Time" consegue isso, e sem dúvidas gera boa expectativa para o debut da banda.
Faixas:
1. Echoes from the Ancients
2. Shadows of Our Time
3. Tears of Stone
4. The Rocks of Verden
5. Witches' Lullaby
6. Howl
7. Wooden Memories
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Confira os vencedores do Grammy 2026 nas categorias ligadas ao rock e metal
Veja Post Malone cantando "War Pigs" em homenagem a Ozzy no Grammy 2026 com Slash e Chad Smith
O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
Veja Andreas Kisser de sandália e camiseta tocando na Avenida Paulista de SP
Polêmica banda alemã compara seu membro com Eloy Casagrande
Mike Portnoy admite não conseguir executar algumas técnicas de Mike Mangini
A humildade de Regis Tadeu ao explicar seu maior mérito na formação da banda Ira!
A música pesada do Judas Priest que não saía da cabeça do jovem Dave Mustaine
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
Produtor descreve "inferno" que viveu ao trabalhar com os Rolling Stones
Novo disco do Megadeth alcança o topo das paradas da Billboard
O maior cantor de todos os tempos, segundo o saudoso Chris Cornell
Músicos do Angra encontram Bruce Dickinson gravando novo disco em estúdio de Dave Grohl
O nome do rock nacional que não colocaria o próprio álbum nem no Top 20 dos anos 1980
Richie Sambora acusa Jon Bon Jovi de sabotar sua carreira solo para forçá-lo a voltar
A música mais longa (e mais triste) da carreira dos Ramones
A crítica ácida de Daniela Mercury ao hit "Anna Júlia", dos Los Hermanos
A atitude de Lula que Dinho considerou "insulto e erro"; diversos rockstars fizeram coro

Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



