Chrome Division: Numa linha tênue entre Rock & Roll e Metal
Resenha - 3rd. Round Knockout - Chrome Division
Por Vitor Franceschini
Postado em 23 de outubro de 2011
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
De projeto do vocalista Shagrath (Dimmu Borgir, que aqui assume a função de guitarrista), o Chrome Division virou realidade e das boas. Além de Shagrath, o baixista Nagash (ex-Dimmu Borgir) passou pela banda como baterista e Tony White (ex-Old Man’s Child) é o atual batera, ou seja, músicos oriundos do Metal negro ajudaram e ajudam a consolidar o nome do grupo.

Apesar de muito pesado, o som feito pelo Chrome Division foge dos padrões do Metal extremo, mas não por completo. A maior referência, sem sombras de dúvidas é o Motorhead, mas algo de Thrash aqui (em alguns riffs), um pouco de Sleaze/Hard Rock ali (nas melodias) e, claro, o Blues Rock, fazem com que o som soe pesado e acessível (mas nem tanto) ao mesmo tempo.
Comparando-se aos seus antecessores a diferença fica por conta dos vocais, já que Shady Blue (Susperia, ex-Vanaheim) substitui Eddie Guz, que gravou os dois primeiros álbuns. Os vocais de Shady são um pouco mais melódicos, portanto nada gritante e, ainda assim, muito agressivos.
O instrumental está um pouco mais melódico, com arranjos mais encorpados, mas nada que tire o clima canastrão e sacana típico das composições da banda. É só ouvir "Fight (Rumble ‘n’ Roll)" que possui até um solinho básico não característico e "Long Distance Call Girl" que tem belos solos e riffs, com boa levada e peso ímpar. A ênfase nos riffs de guitarra cai bem ao som, mas a cozinha dá um toque todo especial ao disco.
Os destaques definitivos do disco vão para a trinca seguida de "Join The Ride" que já começa com um coro ‘tipo’ festa e até possui passagens mais calmas, "Unholy Roller" e sua veia acdciana e "Zombies & Monsters" com uma bela pegada de cozinha e ótima melodia e refrão. Vale lembrar que tudo isso é regado a muito peso.
O disco não foge muito à regra do que foram seus antecessores, mas não soa pior nem melhor que os outros, pelo contrário, mantém a regularidade da banda. Podemos defini-lo como uma linha tênue entre o Rock and Roll e o Metal.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



"Não chego aos pés dele"; o guitarrista contemporâneo admirado por Jimmy Page
Slipknot lança "Arsenal", música que marca a estreia do baterista brasileiro Eloy Casagrande
O melhor baterista de todos os tempos, segundo Lito Sousa, do Aviões e Músicas
Elton John mantém tradição de tocar hit que "só é conhecido no Brasil" com show no Rock In Rio
Os 2 membros do Metallica que planejaram outra banda no auge do "Black Album"
O chilique que Sammy Hagar deu quando foi abrir show do Kiss nos anos 70
Os clássicos da literatura que Nando Reis não suporta: "Esse cara é antipático"
Se o Shaman voltar, a vaga mais difícil de preencher não é a do microfone
O Gamma Ray ainda existe? Kai Hansen responde
A canção onde os Beatles "inventaram" Jimi Hendrix, de acordo com George Harrison
A melhor "música pop adolescente" de todos os tempos, segundo Brian May
Revista Veja Rio diz que bandas de rock não conseguem lotar o Rock in Rio: "Flopou"
O cantor que fazia Robert Plant pensar em "jogar a toalha" de tão bom
Roger Waters explica porque separa John Lennon e Bob Dylan de um lado e Phil Collins do outro
Youtuber se pergunta: "Por que tantos músicos brasileiros odeiam o Iron Maiden?"
David Gilmour elege a canção mais perfeita de todos os tempos
Evandro Mesquita comenta a saída de Lobão da Blitz, que estava no auge da carreira
A polêmica opinião de Andreas Kisser sobre "Roots"

Kinetic Orbital Strike despeja treze bombas punk/crust destruidoras
Ürütaü - Trabalho de estreia, qualidade de veteranos
A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Os 50 anos de "Journey To The Centre of The Earth", de Rick Wakeman
Guns N' Roses: o último grande álbum de rock feito a mão



