Evile: Para apreciadores do thrash com gravação atual
Resenha - Infected Nations - Evile
Por Estanislau Ribeiro
Postado em 19 de julho de 2011
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Tida como uma das bandas que fazem um 'revival' do Thrash Metal praticado nos anos 80 e início de 90, a banda inglesa de Huddersfield tem em seu 2° álbum um direcionamento um pouco diferente do 'debut' álbum, com músicas mais densas e com andamento mais cadenciado.

Se em 'Enter the Grave' ganhou grande notoriedade na cena com sua velocidade, em 'Infected Nations' a banda tenta trazer mais originalidade em seu som e fazer algo bem trabalhado. As influências de Metallica e Sepultura são evidentes porém a banda mantém já suas características típicas do seu primeiro CD, que são riffs extremamente bem elaborados pelos irmãos Ol Drake e Matt Drake, este segundo também vocalista.
Algo bem notado em diferença ao primeiro álbum são os vocais de Matt Drake, que lembram algo entre James Hetfield e Max Cavalera, principalmente na excelente faixa-titulo, que além de um belo dedilhado em sua abertura, alterna entre riffs velozes e partes cadenciadas.
Outros destaques de 'Infected Nations' são as faixas 'Now Demolition' que apesar de ser bem cadenciada tem um ótimo refrão e solos muito bem executados, a rapidíssima 'Nosophoros', 'Devoid of Thought' com excelente riffs de entrada e novamente Ol Drake solando muito bem.
A última faixa, a instrumental 'Hundred Wrathful Deities', apesar de ser muito bem executada e tem algo aura sinistra e atmosférica, se torna um tanto cansativa por possuir 11 minutos, algo não muito utilizado por banda de Thrash Metal.
Ao longo do CD faltam ainda algumas composições mais marcantes porque nesse abusaram de composições mais lentas, fazendo com que algumas faixas sejam parecidas entre si.
Algo que impressiona também é a capa feita por Michael Whelan (SEPULTURA, OBITUARY) lembrando capas daquele Thrash/Death executado no início da década de noventa.
Um bom trabalho para quem gosta de riffs extremamente rápidos e elaborados e para os apreciadores do bom Thrash Metal com uma gravação atual, porém só fica a "deixa" para que nos próximos álbuns a banda não exagere tanto em passagens lentas.
1."Infected Nation"
2."Now Demolition"
3."Nosophoros"
4."Genocide"
5."Plague to End All Plagues"
6."Devoid of Thought"
7."Time No More"
8."Metamorphosis"
9."Hundred Wrathful Deities" (Instrumental)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
A canção que tem dois dos maiores solos de guitarra de todos os tempos, conforme Tom Morello
Dave Mustaine revela que última conversa com James Hetfield terminou mal
Prefeito de SP quer trazer U2, Rolling Stones ou Foo Fighters para show gratuito
Os três guitarristas brasileiros que John Petrucci do Dream Theater gosta bastante
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A canção lançada três vezes nos anos oitenta, e que emplacou nas paradas em todas elas
Dream Theater faz o seu primeiro show em 2026; confira setlist
O megahit do Capital Inicial que, analisando bem a letra, não faz tanto sentido
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
Saxon finaliza novo álbum e Biff Byford fala sobre luta contra o câncer
A lenda do metal que é arrogante, mala e antiprofissional, segundo Regis Tadeu
Dave Mustaine insinua que ex-integrantes não participarão de shows da última tour do Megadeth
A frase surpreendente de Lars Ulrich ao vocalista do Lamb of God no último show do Sabbath
Slash promete que novo álbum do Guns N' Roses só terá material inédito
A canção de álbum clássico do Guns N' Roses que Slash acha "leve demais"
As 11 letras que Renato Russo escreveu antes da Legião Urbana que nunca foram lançadas
Rick Wakeman sobre Jon Lord: "Se aquilo não é progressivo, não sei o que é"


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



