Eyefear: Técnico e voltado para o heavy metal progressivo
Resenha - Unseen - Eyefear
Por Junior Frascá
Postado em 12 de junho de 2011
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Para quem não conhece a banda australiana EYEFEAR, trata-se do atual grupo do vocalista Danny Cecati, que ficou famoso no meio da música pesada por ter gravado dois grandes álbuns com a banda de metal tradicional PEGAZUS (também australiana), os clássicos "Wings of Destiny" (1998) e "Breaking the Chains" (1999).

E apesar de praticamente desconhecida do público brasileiro, este "The Unseen" já é o quarto álbum do EYEFEAR, sucessor do também excelente "A World Full of Grey", de 2007, e pode ser considerado seu melhor lançamento até agora.
Contudo, ao contrário da ex-banda de seu vocalista, o EYEFEAR investe em um som mais técnico, voltado para o heavy metal progressivo, com forte influência de power metal, na linha do começo de carreira de bandas como EVERGREY e THRESHOLD, com muito peso e personalidade, e tendo como diferencial a potente voz de Cecati (que também é famoso por ter os maiores cabelos do Rock), que consegue alcançar tons altíssimos, mas sem perder a agressividade, o que torna a música da banda ainda mais cativante.
Após a introdução "Hypnosis", a banda já mostra a que veio com a pesadíssima "Illusions", com seus riffs beirando ao thrash metal, e belas melodias vocais. Merece destaque também a excelente "Bridge to the Past" e as pesadas "From Darkness Till Dawn" e "Confession", com grandes riffs de guitarras e teclados muito bem encaixados. Destaca-se ainda a balada "Wasting Away (Alone)", com forte carga sentimental.
Conforme já mencionado, o grande destaque do álbum mais um vez é o vocalista Danny Cecati, que além de possuir um timbre vocal muito potente e agradável, sem cometer exageros, ainda consegue transmitir muita agressividade nas composições, sendo, como já dito, um dos grandes diferenciais da banda, juntamente com as guitarras precisas de Kosta, que emana riffs sensacionais durante todo o CD.
Para quem já é fã do vocalista, vale a pena conferir o som do EYEFEAR, uma vez que se trata de uma excelente banda, na qual sua voz se encaixa com perfeição. E para quem nunca foi fã de seus vocais na época do PEGAZUS, mas que admira a boa música, feita com muita garra e dedicação, trata-se de uma nova oportunidade de conferir o trabalho do vocalista em outro estilo que, aliado a uma banda muito competente, conseguiu lançar um álbum de grande destaque, muito pesado e técnico, e que deve agradar os ouvintes mais exigentes.
http://www.myspace.com/eyefear
The Unseen - Eyefear
(2008 – Dockyard - Importado)
1. Hypnosis (Intro)
2. Illusions
3. Bridge to the Past
4. The Unseen
5. Always Reasons
6. Wasting Away (Alone)
7. From Darkness Till Dawn
8. Confessions
9. A Clouded Mind
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
Dave Mustaine comenta a saída de Kiko Loureiro do Megadeth: "Era um cara legal"
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
Mick Mars perde processo contra o Mötley Crüe e terá que ressarcir a banda em US$ 750 mil
All Metal Stars BR lança vídeo apresentando versão de "Carry On"
A canção lançada três vezes nos anos oitenta, e que emplacou nas paradas em todas elas
O hit do Angra cujo título é confundido por falantes de inglês com couve de Bruxelas
Dave Mustaine revela que última conversa com James Hetfield terminou mal
"Nunca contratei um amigo para o Megadeth", diz Dave Mustaine
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
Slash promete que novo álbum do Guns N' Roses só terá material inédito
Saxon finaliza novo álbum e Biff Byford fala sobre luta contra o câncer
Os três guitarristas brasileiros que John Petrucci do Dream Theater gosta bastante
Grammy 2026 terá homenagem musical a Ozzy Osbourne; conheça os indicados de rock e metal


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar


