Municipal Waste: arte da velha escola do Crossover
Resenha - Art Of Partying - Municipal Waste
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 22 de abril de 2008
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Saca a arte da velha escola do Crossover e Thrash Metal? Pois é exatamente isso o que os alucinados norte-americanos do Municipal Waste propõem, e em tal nível que aqueles privilegiados que vivenciaram a década de 1980 sentirão uma grande saudade de sua juventude, das jaquetas de couro e jeans rasgados, quando o Nuclear Assault, D.R.I., Sacred Reich e tantos outros mostravam que o Heavy Metal ainda podia ser mais irritante e barulhento do que se podia supor até então.
Municipal Waste - Mais Novidades
Nascido no ano 2000 em algum ponto dos esgotos (este detalhe geográfico consta na biografia da banda...) de Richmond, Virgínia, o Municipal Waste tem em sua discografia alguns EPs e Splits, e agora está chegando ao terceiro álbum propriamente dito, novamente com seu escancarado e característico senso de humor – tanto que a ‘finesse’ de títulos como "Headbanger Face Rip", "The Art Of Partying", "The Inebriator" e a ótima "Born To Party" (gravada originalmente em 2002) já mostra toda a seriedade deste pessoal.
Mas não se deixe enganar por sua irreverência. As letras são literalmente vociferadas em meio à velocidade e distorção instrumental, tudo perfeito para que suas apresentações ao vivo sejam encaradas pelo underground mundial como uma grande festa. E nem mesmo a tradicional ladainha que (acertadamente) alega que o grupo não passa de um imenso aglomerado de clichês consegue ofuscar a energia quase palpável de suas canções.
Se o leitor estiver procurando por sonoridades modernas, pode ignorar completamente o Municipal Waste... Agora, se você for mais um dos famigerados ‘die hard’ que não abre mão de uma festa regada a cerveja, resíduos tóxicos e toneladas de riffs, alguns grooves, muita velocidade em canções bem curtas e isentas de quaisquer virtuose, há grandes chances de "The Art Of Partying" se tornar o seu disco.
Formação:
Tony Foresta - voz
Ryan Waste - guitarra
Land Pil - baixo
Dave Witte - bateria
Municipal Waste - The Art Of Partying
(2007 / Earache Records - importado)
01. Pre-Game
02. The Art Of Partying
03. Headbanger Face Rip
04. Mental Shock
05. A.D.D. (Attention Deficit Destroyer)
06. The Inebriator
07. Lunch Hall Food Brawl
08. Beer Pressure
09. Chemically Altered
10. Sadistic Magician
11. Open Your Mind
12. Radioactive Force
13. Septic Detonation
14. Rigorous Vengeance
15. Born To Party
Homepage: www.facethewaste.com
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Daniel Erlandsson comenta a "treta" entre Kiko Loureiro e o Arch Enemy
O melhor álbum de metal de todos os tempos, segundo Gary Holt do Exodus
O álbum dos Beatles que contou com participação de Jimmy Page na guitarra
Max Cavalera revela o maior mal-entendido sobre sua saída do Sepultura
Baterista do Arch Enemy afirma que saída de Alissa White-Gluz não foi uma surpresa
A balada extremamente melancólica que "previu" futuro de uma das maiores bandas do glam metal
O melhor disco de música pesada dos anos 1980, segundo o Loudwire
O disco que define o metal, na opinião de Amy Lee, vocalista do Evanescence
A banda de rock que mudou para sempre a vida de Scott Ian, guitarrista do Anthrax
Regis Tadeu explica por que o Rush tocou "Finding My Way" em seu show de retorno
A pior música de "Appetite for Destruction", de acordo com o Loudwire
A banda nova de metal que Bruno Valverde está ouvindo: "Eles são diferenciados"
Baterista do Anthrax sustenta que rock foi vítima de um golpe da indústria
AC/DC chama público argentino de "melhor do mundo", segundo Brian Johnson
A música do Genesis que Phil Collins achava complicada demais; "Não havia espaço"
Tom Morello relembra Chris Cornell e afirma que vocalista era "misterioso"
Bono explica por que não quer ser chamado pelo seu verdadeiro nome
"Que desgraça é essa?"; quando Tim Maia não aprovou o trabalho de um roqueiro brasileiro


A banda que é muito melhor ao vivo do que no estúdio, segundo Regis Tadeu
Death: Responsáveis por elevar a música pesada a novo nível



