Resenha - (N)utopia - Graveworm
Por Bruno Sanchez (Delfos)
Postado em 30 de maio de 2006
A primeira vez que ouvi o trabalho dos italianos do Graveworm foi há alguns anos em um daqueles tributos ao Iron Maiden onde as gravadoras adoram escolher as bandas mais extremas possíveis para tocarem clássicos do Metal Tradicional. No disco em questão, os caras mandaram um cover bem legal de "Fear of The Dark" e desde então comecei a me aprofundar mais no estilo da banda e fui atrás dos CDs.

Matéria escrita para o site DELFOS – www.delfos.art.br
O que temos aqui é um Black Metal moderninho à Dimmu Borgir, com grande ênfase nos teclados (que aliás são de responsabilidade da gatíssima Sabine Mair) e em toda a ambientação que as músicas podem proporcionar.
O novo trabalho, (N)utopia, marca a volta do ex-guitarrista e fundador, Harry Klenk, que retorna como baixista e não apresenta muitas novidades em relação aos álbuns anteriores, a não ser pela evolução perceptível do vocalista Stefan Fiori que ora manda uma linha gutural no melhor estilo Cannibal Corpse, ora alterna para a voz rasgada de Alexi Laiho (Children of Bodom) com bastante naturalidade se compararmos aos discos anteriores. A banda também procurou inspirações claras em um som mais pesado (como na ótima "Never Enough") e direto, mas fique tranqüilo que o teclado de Sabine ainda se faz bem presente.
Se você for fã desse Black Metal moderno (que muitos julgam uma heresia contra o original de Venom & Cia), vale a pena conferir o trabalho do Graveworm.
(Rock Brigade Records/Laser Company Records - 2005)
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