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Resenha - Wizard - Beto Vazquez Infinity

Por Fernando De Santis
Em 24/02/04

Nota: 6

Houve uma época (recente), em que chamar diversos músicos conhecidos no cenário, para participar de discos, era meio que "moda". Na Argentina, em 1999, o compositor e baixista, Beto Vazquez (ex-Nepal), concluiu as composições de um álbum que acabou interessando a gravadora Nems... porém a gravadora sugeriu fazer o álbum com músicos já conhecidos: Fabio Lione (Rhapsody), Candice Night (Blackmore’s Night), Tarja Turunen (Nightwish), Sabine Edelsbacher (Edenbridge), Jorg Michael (ex-Stratovarius) e entre outros, formaram o time de respeito do álbum "Infinity", que fora lançado em 2001.

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Com um Gothic Metal de bom gosto, o álbum "Beto Vazquez Infinity" conseguiu agradar fãs no mundo inteiro... e a gravadora estava certa; fazer o disco em inglês e com músicos famosos seria sucesso garantido. Em 2003 o músico argentino lançou o mini-álbum "Wizard", que é uma coleção de versões iniciais (rough) de algumas músicas, versão editada, temas inéditos, entre outras coisas. O álbum "Wizard" começa com a faixa "Wizard" remasterizada, interpretada por Sabine Edelsbacher. Na seqüência vem o tema "Until Dawn", em versão ‘rough’, com letras originais e interpretadas por Max Ditamo. Essa música está bem diferente da versão do álbum "Infinity", começando pelo vocal, afinal desta vez não é a Tarja Turunen cantando... a letra e a linha vocal estão completamente diferentes. Vale lembrar que a melodia da voz da versão do "Infinity" foi feita por Emppu Vuorinen (guitarrista do Nightwish). "Until Dawn – rough" soa meio estranho para quem está acostumado com a Tarja cantando, mesmo porque a voz do Max não é tão cativante.

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A belíssima balada "Sadness in the Night", interpretada por Tarja Turunen, aparece em versão editada para rádio, desta vez, com dois minutos a menos do que na versão original, que tinha mais de sete minutos. Mais outras três versões de "Wizard" estão presentes no disco: versão "crua-inicial", versão karaokê e um vídeo clipe para ser exibido em PC e Machintosh... porque será que o álbum chama-se "Wizard", hein? Um momento interessante do álbum é a versão instrumental do clássico "A Tale That Wasn’t Right", do disco "Keeper Of The Seven Keys – Part I" do Helloween. A faixa inédita, "Danjorland", dá um gosto de novidade no álbum, mas não chega ser das mais interessantes.

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"Wizard" é um CD recomendado para quem é fanático por Gothic Metal e já tem o disco "Infinity". Se você não conhece o som e ficou curioso, recomendo deixar esse disco de lado e correr atrás do "Infinity", que é muito mais interessante.

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Sobre Fernando De Santis

Paulistano, nascido em 1979, Fernando De Santis passa grande parte do seu tempo viajando entre São Paulo, Santos e Curitiba. Nas horas de viagens dentro de ônibus ou aviões, costuma ouvir Hard Rock, Heavy Metal e demos de qualquer estilo. Atualmente trabalha como webdesigner para o Estado de São Paulo. Mantém o site "We Burn", dedicado ao Helloween desde 1998, que nunca lhe trouxe nenhum dinheiro, mas rendeu muito amigos.

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