Resenha - Why? - Mercury Tide
Por Maurício Gomes Angelo
Postado em 09 de fevereiro de 2004
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Que surpresa! 2004 acaba sendo o ano em que todas minhas preces para o surgimento de uma banda criativa, fenomenal, que não se parecesse com nada que existe, foram atendidas!

Junte a dinâmica das melhores canções do AOR, vocais profundos e perfeitos, senso melódico magnífico, inteligência(sentida facilmente nas letras) e a experiência de veteranos. O resultado, posso afirmar com convicção, é o Mercury Tide, a maior "revelação" do heavy metal mundial nos últimos tempos. E eu que estava triste com o fim do Angel Dust...
Dirk Thurisch está um monstro, dosando perfeitamente o alcance e carisma de sua voz, atingindo timbres e interpretações dignos dos maiores nomes do progressivo. E ele ainda é o responsável pelas maravilhosas guitarras deste álbum. Parece que o sujeito guardou todo o seu talento a partir do momento em que ficou inativo, foi aprimorando e aprofundando as idéias até o momento de soltá-las e explodir com o Mercury Tide!
Refrões perfeitos, músicas únicas que ganham vida própria, diversidade impressionante, produção irretocável. Tudo isso pode ser sentido facilmente aqui. Poderia destacar todas as faixas e discorrer sobre cada peculiaridade delas, mas ouça apenas a faixa título para sacar o nível de empolgação e sensibilidade que ela transmite. Coesão, habilidade, criatividade, entrosamento e identidade própria fazem o Mercury Tide embasbacar logo na primeira audição.
Este álbum me proporcionou prazer como há muito não sentia ao ouvir um álbum de heavy metal e tenho certeza que fará o mesmo com você. Compre o cd, vá aos shows, monte um fã-clube. Todo o apoio à BANDA (é, desse jeito mesmo, todo em maiúsculo, porque isso aqui é o significado disto) para que este imenso talento seja reconhecido e não seja desperdiçado. Certeza de álbuns desumanos pela frente, vida eterna ao Mercury Tide!
Formação:
Dirk Thurisch - Vocal/Guitarras
Anders Ivers - Baixo
Stefan Gembala - Bateria
Dennis Riehle – Teclados
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rush fará cinco shows no Brasil em 2027; confira datas e locais
O lendário álbum dos anos 1970 que envelheceu mal, segundo Regis Tadeu
Tobias Forge explica ausência da América do Sul na atual tour do Ghost
Nenhuma música ruim em toda vida? O elogio que Bob Dylan não costuma fazer por aí
A música mais ouvida de cada álbum do Megadeth no Spotify
As duas vozes que ajudaram Malcolm Young durante a demência
Ex-Engenheiros do Hawaii, Augusto Licks retoma clássicos da fase áurea em nova turnê
Bruce Dickinson sobe ao palco com o Smith/Kotzen em Londres
As 11 melhores bandas de metalcore progressivo de todos os tempos, segundo a Loudwire
Bruce Dickinson cita o Sepultura e depois lista sua banda "pula-pula" favorita
Por que a voz de Bruce Dickinson irrita o jornalista Sérgio Martins, segundo ele mesmo
A banda dos EUA que já tinha "Black Sabbath" no repertório e Oz Osborne como baixista em 1969
O grande erro que Roadie Crew e Rock Brigade cometeram, segundo Regis Tadeu
A melhor música da história do punk, segundo o Heavy Consequence
Os 5 álbuns que podem fazer você crescer como ser humano, segundo Regis Tadeu
A música dos Beatles que "inventou Jimi Hendrix", conforme George Harrison
Duff McKagan: Anestesias não funcionam no baixista
O que significa "O Verme Passeia na Lua Cheia" do Secos e Molhados



"Ritual" e o espetáculo sensorial que marcou a história do metal nacional
Blasfemador entrega speed/black agressivo e rápido no bom "Malleus Maleficarum"
Tierramystica - Um panegírico a "Trinity"
GaiaBeta - uma grata revelação da cena nacional
Before The Dawn retorna com muito death metal melódico em "Cold Flare Eternal"
CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



