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Resenha - Walk Across Fire - Merendine Atomiche

Por
Postado em 24 de dezembro de 2003

Nota: 6 starstarstarstarstarstar

Acertar com coesão o próprio som não é um exercício fácil. O encontro de influências pode gerar uma certa confusão, caso estas fiquem caracterizadamente desiguais e sem boa evolução nas composições. E é isto o que acontece com esta banda italiana, a qual se autodenomina como "Pure Thrash ‘N Rock Metal".

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Antes de prosseguir, as coisas já começam mal, pois Merendine Atomiche, ou seja, "Merenda Atômica", significado confirmado pelos membros do grupo, é um nome bem tolo, apesar de realista, como podemos notar em "Walk Across Fire". Das oito faixas, apenas quatro valem a pena, ou seja, só dá para aquele lanchinho no recreio das crianças mesmo.

Voltando à banda em si, já que enfim, existem grandes conjuntos com nomes chulos por aí também, o grande problema está na maneira como trabalham as músicas, as quais parecem simplesmente não render! Um riff bacana de thrash é tocado, e o vocal vai junto. Instantes depois, o ritmo forte se perde em temas abrandados, e Luca Zandarin persiste mandando brasa como se contasse com Dimebag Darrell ou Kerry King e Jeff Hanneman o acobertando.

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Eles até têm um grande reforço mesmo, porém apenas em duas músicas, "Game Over", uma das melhores, com solos de Jeff Waters do Annihilator; e "Revenge", o maior destaque do disco, na qual Anders Lundemark do Konkhra divide os vocais com Zandarin.

As outras faixas que chamam atenção são "The Cheat Of The Cross" e "Spirit Of The Wolf". Estas são ajustadas. No demais, um monte de "apagões" em idéias que poderiam gerar bons frutos e solos de guitarra fracos e de horríveis timbres.

Cara de mal até o Zacarias fazia. Se for pra seguir essa linha, então que sustentem-na. Em cima do muro deste jeito fica sem condições.

Formação:
Luca Zandarin (Vocais)
David Bisson (Guitarras)
Luca Securo (Guitarras)
Dario Bianchi (Baixo)
Luca Cerardi (Bateria)

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Lançado no exterior pela Deadsun Records - 2003

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Sobre Thiago Sarkis

Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.
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