Resenha - Carnival of Souls; The Final Sessions - Kiss

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Por Joe
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Nota 9.

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Pra encerrar as resenhas sobre os ótimos discos do Kiss execrados por seus fãs, nada melhor que o maldito e renegado "Carnival of Souls".

Originalmente gravado pra ser o sucessor natural do também excelente "Revenge", contando ainda com a mesma formação (ou seja - com os ótimos Eric Singer na bateria e Bruce Kulick nas guitarras solo), este álbum logo foi engavetado porque o Kiss (leia-se Gene Simmons e Paul Stanley) entraram na euforia causada pela reunião com os membros originais no Acústico MTV (que, por sinal, também gerou um disco excelente). A formação clássica se reuniu para o que seria apenas uma turnê (que se esticou... o resto da história todo mundo já sabe) e não faria sentido lançar esse disco. Acontece que os pirateiros de plantão lançaram as gravações e, de olho na grana que estavam perdendo, Batman e Robin, ops!, Stanley e Simmons resolveram oficializar o lançamento e faturar mais um pouco...

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Totalmente pesado e arrastadão, visivelmente influenciado pelo grunge de Seattle (em especial pelo Alice In Chains), o disco mosta uma banda criativa e soando bem diferente (mais uma vez) do tradicional. Logo na abertura, "Hate", dá pra realmente sentir o ódio na voz berrada de Gene. As duas faixas na sequência, "Rain" e "Master & Slave", de Paul, são igualmente excelentes. As guitarras cruas continuam ditando o ritmo na boa "Childhood's End".

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Mais adiante temos a viajante "Jungle", "In My Head", a excepcional "In The Mirror", com um ótimo trabalho de Eric nas baquetas e pedais, e encerra com a grande "I Walk Alone", a surpresa, cantada (e muito bem) por Mr. Bruce Kulick.

Não seja preconceituoso ao ouvir esse disco. Não espere as faixas descartáveis dos anos 80 e nem o rock festivo dos anos 70 e veja o Kiss antenado ao que ocorria no mundo do rock à época, realizando um grande disco...

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