Resenha - Sirens - On The Might of Princes
Por Maurício Gomes Angelo
Postado em 23 de outubro de 2003
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Falar de New Metal é algo complicado hoje em dia.
Questões ideológicas a parte, o On The Might of Princes bebe na fonte daquele "new metal clássico" por assim dizer, ou seja, Korn, Deftones, e por aí vai.

Então espere muitas guitarras distorcidas, climas melancólicos e partes explosivas, aquele vocal alternando entre o bombástico, raivoso e o calmo anestesiado.
Mesclando New Metal, percussões, pianos, influencias punk e hardcore, e uma leve dose de sons latinos, o OTMOP tenta se destacar das demais bandas. Spit Survival é o maior exemplo disso, mistura que no final funciona bem. Outras vezes o som lembra aquele pseudo-rock-comercial que vimos em bandas como Puddle of Mud.
Recursos eletrônicos obviamente estão presentes, mas não apenas como barulhinhos bobos feitos para irritar, e sim como uma forma de complementar e enriquecer o som, pelo menos na maior parte do tempo.
Uma atenção especial com a parte instrumental pode ser claramente notada. Fora as duas composições voltadas especificamente para isso, No Sign of Messiah e They Made Me Do It, algumas músicas prezam por esse quesito, como é o caso de Cloak&Dagger, They Have Teeth (possivelmente a melhor) e The Personnel (bem esquisita e experimental) - a quase escondida última faixa.
Apesar de sofrer com as praticamente inevitáveis repetições do estilo, a base harmônica e melódica do grupo é bem interessante e pode agradar a muitos.
Merecem destaque também Go Fuck Yrself e Here Comes The Sirens, ótimos exemplos do tresloucado som que o grupo faz, além de serem boas músicas.
Vale ressaltar o belo trabalho gráfico, sempre importante, que mostra a preocupação em fazer algo bem feito em todos os quesitos.
Prezando pela melodia, criatividade e certa originalidade instrumental, o On The Might of Princes pode agradar àqueles que tiverem a cabeça um pouco mais aberta do que o normal. Confira.
Formação:
Jason Rosenthal (Vocal – Guitarra)
Lou Fontana (Guitarra – Vocais)
Tommy Orza (Baixo – Vocais)
Chris Enriquez (Bateria – Percussão - Piano)
Track–List:
01 – No Sign of The Messiah (Part II)
02 – Go Fuck Yrsefl
03 – The Swell, and The Breaking
04 - You Whistle, I´ll Shot
05 – Here Comes The Sirens
06 – My Hands: Landmines, Landfills
07 – They Made Me Do It
08 – Spit Survival
09 – Carry Go, Bring Come
10 – Cloak & Dagger
11 – They Have Theeth
12 – The Personnal (faixa escondida)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Iron Maiden anuncia reta final da "Run for Your Lives" e confirma que não fará shows em 2027
Mikael Åkerfeldt (Opeth) não conseguiria nem ser amigo de quem gosta de Offspring
Sepultura lança "The Place", primeira balada da carreira, com presença de vocal limpo
Rock and Roll Hall of Fame anuncia indicados para edição 2026
Derrick Green explica o significado da nova música do Sepultura
O músico que Sammy Hagar queria dar um soco na cara: "O que acha que vou fazer?"
Indireta? Fabio Lione fala em "ninho de cobras" e "banda de palhaços" após show do AC/DC
Músicos do Children of Bodom fazem show em homenagem a Alexi Laiho
O pior solo de guitarra do Angra de todos os tempos, segundo Rafael Bittencourt
Jaqueta de Dinho é encontrada preservada em exumação e integrará memorial dos Mamonas Assassinas
Bruce Dickinson, do Iron Maiden, já desceu a mamona do Rock and Roll Hall of Fame
Show do AC/DC no Brasil é elogiado em resenha do G1; "A espera valeu a pena"
Por que Joe Perry quase perdeu a amizade com Slash, segundo o próprio
Segurança de Bob Dylan revela hábitos inusitados do cantor nas madrugadas brasileiras
O disco obscuro que Roger Waters acha que o mundo precisa ouvir; "Um álbum muito importante"
Regis Tadeu analisa a trajetória do RPM; "Da vergonha alheia ao vexame"
Cinco bandas que ajudaram o Brasil a se tornar um dos grandes centros do Metal mundial
Internet vai à loucura com versão de "Toxic", da Britney Spears, no estilo Korn


"Ritual" e o espetáculo sensorial que marcou a história do metal nacional
Blasfemador entrega speed/black agressivo e rápido no bom "Malleus Maleficarum"
Tierramystica - Um panegírico a "Trinity"
GaiaBeta - uma grata revelação da cena nacional
Before The Dawn retorna com muito death metal melódico em "Cold Flare Eternal"
CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



