Resenha - Snakes in The Playground - Bride
Por Maurício Gomes Angelo
Postado em 09 de setembro de 2003
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Ano: 1992
PELO AMOR DE DEUS!!!!! O QUE É ISSO???? Minha mente acaba de ser liberta de todas as podreiras musicais – que por um motivo ou por outro – eu tive o desprazer de ouvir nos últimos tempos.
É isto que este "Snakes in The Playground" faz com você. Essa é a fase mais produtiva, criativa e visceral do Bride. Sim, meu amigo, estamos diante de um dos melhores cds de white metal da história, e não precisamos de muito tempo para perceber isso. Um cd que começa com "Rattlesnake", "Would You Die for Me" e "Psychedelic Super Jesus" fala por si só. Três clássicos imortais do Bride que são executados (e exigidos pela galera) nos shows até hoje.

Hard Rock de guitarras limpas e pesadas, solos criativos e cativantes, baixo perfeitamente encaixado na proposta da banda que criam massas sonoras convidativas para Dale Thompson arrancar pescotapas de você com sua voz. Uma fórmula perfeita e agradável, mas, felizmente, os criativos rapazes não se prenderam somente a ela. A dobradinha "Saltriver Shuffle"/"Dust Through a Fan" comprova isso: uma introdução fabulosa de gaita e uma música acachapante.
Acha que já ouviu tudo em termos de baladas? Está saturado destas musiquinhas lentas colocadas no meio do cd que te interrompem de destruir a casa toda? As acha totalmente dispensáveis?
Então ouça "I Miss The Rain" e limpe sua mente de qualquer preconceito a respeito. Classifico-a como uma das melhores baladas que já ouvi. Preste também atenção na última música, Goodbye, outra balada, ouça-a e acompanhe a letra. Se você ao menos não se emocionar, eu bato palmas para você.
Um cd impecável, com absolutamente nenhuma falha, todos os integrantes dão show, a produção está limpa e cristalina e um álbum que é permeado por um clima "up" o tempo todo. A sensação que te transmite é absolutamente positiva e vivificante – desconfio que é capaz até de acordar uma pessoa em coma.
Se sua avó morreu, sua namorada te deu um pé na bunda e seu time está em último nas tabelas, é muito fácil esquecer isso. Coloque o "Snakes..." para rodar e deguste o melhor do hard rock mundial.
Ah sim! Quase me esqueço, o Bride também é conhecido por produzir letras excelentes e eles fazem jus à fama, um show de composição.
Saldo total: nove músicas pesadas e viscerais recheadas com criatividade, bom gosto e autenticidade musical, três introduções perfeitamente bem vindas, duas baladas inesquecíveis e um ouvinte fascinado.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Ouça tributo ao Rainbow com verdadeira seleção de astros do rock e metal
"A banda de abertura mais difícil que já tivemos foi o Guns N' Roses", revela Bruce Dickinson
Edguy esgota ingressos do primeiro show em mais de uma década
Judas Priest lança coletânea que abrange várias fases da discografia
Tributo a Syd Barrett une Pink Floyd, David Bowie, Violeta de Outono e John Paul Jones
A banda southern que Steve Harris considera das melhores que abriu para o Iron Maiden
7 clássicos do rock nacional com mais de cinco palavras no título
A letra que Ozzy Osbourne chamou de "a pior porcaria" que já ouviu
A banda que fez Phil Collins perceber que o tempo do Genesis havia passado
A canção dos Beatles que pirou a cabeça de Mick Jagger quando ele a ouviu
A banda punk que Bono considera a melhor de todos os tempos
As 15 músicas que o Faith No More mais tocou ao vivo
A banda que Paul Stanley considera a essência do rock and roll
O ex-jogador que ouvia heavy metal antes dos jogos para se motivar
O álbum gravado sob intensa tristeza que se tornou um dos maiores do Queen, conforme Brian May
A cantora em quem Keith Richards votou como a maior de todos os tempos
Cinco bandas que ajudaram o Brasil a se tornar um dos grandes centros do Metal mundial
Góticas: 10 grandes bandas do gênero na Inglaterra dos anos 80


Bride se despede após 40 anos com disco duplo e últimos shows confirmados
Iron Maiden: Virtual XI não é nem oito, nem oitenta



