Resenha - How The West Was Won - Led Zeppelin

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Por Márcio Ribeiro
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Nota: 10

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Sinceramente não pensei que eu ainda teria esta chance. Pensava que tinha perdido todas as oportunidades por ser menor na epoca. Mas eis que me vejo aqui e agora, realmente escrevendo um review sobre o novo disco do Led Zeppelin. E que disco! Seguindo a recente onda iniciada pelos Beatles em 1995, os hiper megas das décadas de sessenta e setenta estão lançando seus arquivos com toda pompa para uma audiência repleta de roqueiros novatos, e estraçalhando com os récordes de venda pelo caminho.
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De fato, o CD ‘How The West Was Won’ já desbancou Paul McCartney e seu ‘Back In The US’ lançado ano passado, tornando-se agora o CD de maior venda em sua primeira semana de lançamento na história. O álbum já está alojado como No.1 de vendas na America, Canadá, Australia, Holanda e Hong Kong e entre os dez mais na Irlanda, Itália, e Noruega. Resta vermos como o Zepelim de Chumbo atuará dentro do atual mercado brasileiro, ou pelo menos, nos grandes centros do sul e sudeste, caracteristicamente áreas de maior consumo de rock internacional. Onde querer encontra poder com maior facilidade.

A relação das músicas é uma seleção de deixar qualquer fã do grupo de quatro. Todo esse material até o momento poderia ser encontrado apenas por meio de discos piratas, nem sempre com a melhor qualidade de som. Agora, com a ajuda do melhor equipamento computadorizado que o dinheiro pode alugar, Jimmy Page, supervisionado por John Paul Jones e Robert Plant nos trazem dois shows da banda realizados na California no ano de 1972, respectivamente nos dias 25 e 27 de junho.

Para situar o momento da banda neste periodo da historia pessoal deles, consideremos então os seguintes fatos:

Em fevereiro de 1972, o Led Zeppelin havia excursionado o oriente tocando em Cingapura, Australia e Nova Zelandia, aventura que terminou na segunda semana de março. Em abril, nasce Karac, filho de Robert e Maureen Plant. Em maio a banda entra nos estúdios em Stargroove para gravar o próximo álbum. Destas sessões entre outras tantas composições, nasceram “Over The Hills And Far Away”, “Walter’s Walk”, “The Crunge”, “Dancing Days”, e “The Ocean” que a banda já levou ao palco para a excursão Americana iniciada em junho e que duraria até agosto. Por sinal, exatamente o mesmo período em que excursionavam os Rolling Stones. Apesar de uma idolatria inquestionavel por parte de seus fãs adolescentes, o Led Zeppelin ainda era largamente ignorado pela imprensa, muito embora vendesse discos e acumulasse lucros em suas excursões, de literalmente dar inveja aos Rolling Stones.

Bem, chega de falar do histórico. Cheguei em casa hoje com o trofeuzinho debaixo do braço, sentei diante do meu dois em um, CD player/Laptop, tirei o lacre e comecei logo a curtir a onda de ouvir um disco novo do Led Zep na mesma época em que o resto do mundo está fazendo igual, degustando e analisando o mesmo disco. Um disco novo do Led Zep. Não consigo deixar de me impressionar sobre como essa sentença mexe comigo. Não é exatamente como sexo, mas faz o corpo vibrar levando um sorriso desfarçado à face. Um disco novo do Led Zep. Um disco novo do Led Zep. Um disco novo do Led Zep. Wow!

Pois bem, eis a minha primeira impressão. Ao abrir o lacre e olhar a embalagem, sou lembrado que os tempos realmente mudaram. Em termos de embalagem “How The West Was Won” é muito mixuruca. Não tem absolutamente nada. Nenhuma foto. Nenhum grande texto. Nada. Bem, tem um pequeno paragrafo do Jimmy Page datado de março de 2003, antes da ficha técnica, e só. Até a capa é apenas um desenho bem clichê. A qualidade do material (papel, impressão, etc.) é de primeira, mas que saudade dos tempos que se pudia ouvir um disco na vitrola e namorar a capa por horas, procurando detalhes. Esses tempos, como o governo Fernando maior H Cardoso já se foram, e não devem voltar.

Quanto à música no CD, bem aí a coisa é diferente. Não quero começar aqui com uma série de elogios previsíveis que no fundo, é a primeira coisa que passa pela cabeça. Algo tipo "é duca!" ou "na-na-ni-na-niu, pirralho!". Mas que dá vontade de soltar uns verbos igualmente deselegantes; isso dá. A maior parte do material encontrado nesses três Cd’s vem do show no Long Beach Arena (dia 27), com apenas seis faixas retirados da apresentação no L.A. Forum (dia 25). No entanto, para polir o trabalho, houve uma certa quantidade de adulteração. Não com gravação atual, mas edição no melhor estilo Frank Zappa, de tirar partes da mesma canção de outro show e editá-lo com muita tecnica e precisão na versão trabalhada. Isto pode ser detectado em praticamente todo este album.

O disc 1 abre com “Immigrant Song.” O tema oferece um peso, com a bateria de John Bonham reforçado pelo baixo de John Paul Jones, que mais se assemelha a uma fileira de tanques Panzers descendo um corredor estreito. Logo no primeiro minuto do disco eu estourei o alto falente direito do meu head-fone. Tadinho. Não aguentou nem o primeiro tranco. Substituições de headfone a parte, a musica me transportou imediatamente para Saquarema da década de setenta, quando surf ainda era novidade. Uma época regada por muita água de coco, chá de camomila e insenso de patchouli com tamanho e durabilidade impressionantes.

A faixa oferece um mínimo de trucagem com algumas notas altas que Robert Plant não conseguiu acertar nesse show, retiradas do outro show. “Heartbreaker”, a faixa seguinte, tem mais edições onde a primeira parte da canção é retirado do Long Beach Arena até o final do primeiro solo, quando a banda para aos 2:08. Daí em diante, segundo Eddie Edwards, possivelmente o mais conhecido especialista em Zeppelin e suas apresentações ao vivo, o resto desta versão foi tirado do show do LA Forum (dia 25). Outras edições incluem a retirada de uma citação ao “59th Street Bridge Song” de Paul Simon, provavelmente com fins de evitar pagamento de royalties.

A faixa segue com “Black Dog” e “Over The Hills And Far Away”, ambos da apresentação do LA Forum. Em “Over The Hills” porém, os primeiros 1:24 da canção são tirados do Long Beach Arena. Um detalhezinho na interpretação que possa interessar é na parte da letra onde Plant canta “and a pocket full of gold” que depois da primeira, ele repete duas outras vezes a mesma frase final. No entanto, aqui, após a primeira, o que Plant realmente repete é “Acapulco Gold”, nome de um tipo de maconha mexicana da melhor qualidade. Isto aos 2:16 e 2:20 respectivamente. Esses hippies...

Tanto em “Black Dog” quanto “Over The Hills And Far Away” há pequenas maquiagens na voz de Plant embora ainda sobrem algumas desafinadas (principalmente em “Black Dog”) para podermos ouvir e achar que o material não foi adulterado. O baixo de Jones entre 2:13 e 2:15 é uma copia clonada e tirada do que ele toca entre 2:18 e 2:20.

“Since I’ve Been Loving You”, a canção seguinte, além de ser uma versão simplesmente de chorar de tão bonita, toca o âmago do que é um blues elétrico. A sinceridade da interpretação é coroada com o fato que é totalmente sem retoques e o que você ouve é exatamente o que eles tocaram naquela noite. A belissima versão, apesar de inevitáveis escorregadas de notas por parte de Plant, é seguido pela hiper-mega-absolutamente-inacreditável “Stairway To Heaven”, hino de todo bicho grilo que já acendeu uma vela na era de aquário. Faixa tirado novamente da apresentação de Long Beach, aqui temos alguns detalhes que chamam atenção. Ouvimos logo na primeira parte da canção, John Paul Jones tocando magestralmente o mellotron. No entanto, é sabido que John Paul Jones somente passou a utilizar o mellotron ao vivo a partir da excursão para o Japão em outubro de 1972. Desde a estreia de Stairway no repertório da banda em março de 1971, antes mesmo da canção ser lançado em disco, Jonesy sempre usou o órgão. Quem tiver o CD “BBC Sessions” pode constar o fato. Então é certo que foi sobreposto o mellotron no lugar do órgão tirado provavelmente de outro show em alguma data desconhecida. “Going To Califronia”, que segue, está praticamente sem nenhuma edição.

“That’s The Way” retirado da apresentação do LA Forum, tem como detalhe um erro do Page que entra no segundo refrão dois segundos antes da hora, levando Plant a gaguejar até se achar novamente na canção. Isto no dia do show. Nesta versão oficial, o erro foi corrigido com Page clonando um dos “That’s the way” ditos por Plant no inicio da canção e colocando-o no lugar do momento de dúvida de Plant, na altura de 3:56. A versão ficou mais bela e sem erro graças a trucagem.

O disc 1 encerra com “Bon-Yr-Aur Stomp” retirado da apresentação de Long Beach. O solo de violão foi editado, retirando cerca de 12 segundos da versão originalmente tocado naquela noite. Afora isto, a versão é essencialmente a mesma tocada naquela noite. É de se lamentar apenas que no repertório daquela noite, antes de “That’s The Way”, a banda tenha apresentado “Tangerine”, que ficou definitivamente de fora deste trabalho.

Disc 2 tem apenas quatro músicas. A primeira, “Dazed And Confused” toma a maior parte do CD durando um total de 25:25. A canção em seu miolo desvirtua para menções às músicas “Walter’s Walk” e “The Crunge.” A versão é praticamente sem alterações, com uma edição no inicio de “The Crunge” onde originalmente Jones e Bonham fazem o riff oito vezes e aqui ouvimos o riff apenas quatro vezes.

Novamente retirado do Long Beach Arena, “What Is and What Should Never Be” sofre duas leves alterações onde Page retirou frases soltas dirigidas ao público substituindo por momentos mais ortodoxos tirado dos mesmos pontos em outro show.

As duas faixas seguintes, “Dancing Days” e “Moby Dick”, estão irretocáveis e atestam a qualidade da apresentação gerada pelo Led Zeppelin naquela noite.

O Disc 3 inicia com os 23:08 de “Whole Lotta Love”. A versão inclui partes das canções “Boogie Chillium” (John Lee Hooker), “Let’s Have A Party” (Jerry Lieber), “Hello Marylou” (Gene Pitney) e “Going Down Slow” (James Oden). Há diversas edições nesta versão, pulando da apresentação de Long Beach para LA e de volta, algumas vezes entre o inicio e fim. As edições estão mais no plano de retirar excessos do que adulterar este ou aquele momento desafinado. Os momentos mais fáceis para identificar mudanças de shows são os medleys, onde partem para outras canções. “Boogie Chillium” é de Long Beach enquanto “Let’s Have A Party” é de Los Angeles, seguindo de volta para Long Beach para “Hello Marylou” e “Going Down Slow.” Sabe-se porém que na apresentação de Long Beach, eles ainda tocaram neste medley as canções “Blueberry Hill” enquanto em Los Angeles tocaram "Heartbreak Hotel" e "Slow Down", nenhuma delas presentes nesta versão. Todas essas edições são provavelmente para poderem caber no CD mais três faixas e manter o trabalho como “apenas” um álbum triplo.

A faixa 2 do disc 3 é “Rock And Roll”, uma das músicas mais pauleiras existentes no rock, e certametente uma das mais vicerais do repertório da banda. Led Zep abre o bis com ela, seguindo com “Ocean” e “Bring It On Home.” Esta versão de “Rock And Roll” é sem edições e foi tirada da apresentação de Long Beach, enquanto as outras duas são do Los Angeles Forum. “Ocean” foi retocada apenas tirando alguns feedbacks irritantes enquanto “Bring It On Home” tem alguns segundos retirados em três pontos distintos, dois em diálogos de Plant ora com o responsável pela mesa de som (“More top!” ainda pode ser ouvido lá no fundo), ora com o público (“I can hear you”), e uma edição da guitarra e bateria aos 7:01, capando um segundinho de excesso. Incluindo na interpretação está tambem a canção da banda “Bring It On Back”, que em comparação à sutileza da interpretação da primeira, com Plant e sua gaitinha, lembra uma manada de elefantes passeando pelas tulipas. A pontuação feita entre guitarra e bateria ao 3:42, antes de retornarem a Willie Dixon, é uma brincadeira datada dos tempos dos Yardbirds, empregada nos antigos ‘rave ups’ desde os tempos com Eric Clapton.

Este são alguns dos segredos do disco. Jimmy Page mostra que um bom produtor sabe o que tirar, mas também sabe o que deixar quieto. Apesar de lamentar levemente a retirada de trechos da versão como foi tocada em nome da autencidade, existe também uma outra realidade em questão. Em uma apresentação ao vivo, o espectador está utilizando no minimo dois de seus cinco sentidos, audição e visão; enquanto em casa com você e seu CD player, você utiliza apenas a audição. Assim, certos excessos podem mesmo tirar um pouco do brilho da canção. O que funciona ao vivo como espetáculo, não é necessariamente o que funciona como uma declaração artistica. E um CD é em essência, uma declaração artística do artista. Não sei o que estou perdendo, mas confio no bom gosto de Jimmy Page. Ainda mais sabendo que teve aval de John Paul Jones e Robert Plant.

Bem, deixa eu ver... Abri este texto aludindo a expectativa que eu, como muitos de nós, temos em relação a este novo lançamento do Led Zeppelin. Segui dando informações sobre o material encontrado, citando todas as músicas incluidas, e dei um quase fechamento no paragrafo anterior a este. O que está faltando? Ah sim! Este é aquele momento que todo review exige por excelência. O momento deste que vos escreve expor para você a sua opinião. Bem, minha opinião é que o disco é duca! Na-na-ni-na-niu, pirralho! Vale a grana que estão pedindo? Sim! Se você conhece, gosta e entende a proposta musical dos albuns de estudio desta banda, gravados durante a década de setenta, então ‘How The West Was Won’ de fato é um álbum essencial e importantíssimo para sua coleção. Jimmy Page preparou um álbum matador, que deve jogar o já bastante criticado “The Song Remains The Same” para escanteio, desinflando a importancia daquele registro, o único até então da banda em frente a um publico em uma grande arena (Madison Square Garden).

‘How The West Was Won’ é o album que melhor nos deixa ouvir o que foi Led Zeppelin ao vivo em seu auge. Aproveite para ouví-lo agora, enquanto o resto do mundo, que como você curte Led Zep, está fazendo exatamente a mesma coisa: Saboreando os melhores registros ao vivo existentes no mercado de uma das mais representativas bandas da história do rock.

E se não fosse o bastante, tem ainda para contemplar o DVD duplo com cerca de cinco horas de imagens e entrevistas chamado simplesmente Led Zeppelin. Lá vai barão...

How The West Was Won – Led Zeppelin

01. LA Drone (Jones/Page) - 0:14
02. Immigrant Song (Page/Plant) - 3:41
03. Heartbreaker (Bonham/Jones/Page/Plant) - 7:24
04. Black Dog (Jones/Page/Plant) - 5:40
05. Over the Hills and Far Away (Page/Plant) - 5:07
06. Since I've Been Loving You (Jones/Page/Plant) - 8:01
07. Stairway to Heaven (Page/Plant) - 9:37
08. Going to California (Page/Plant) - 5:36
09. That's the Way (Page/Plant) - 5:53
10. Bron-Yr-Aur Stomp (Jones/Page/Plant) - 4:52
11. Dazed and Confused (Page/Plant)
/Walter's Walk (Page/Plant)
/The Crunge. (Bonham/Jones/Page/Plant) - 25:25
12. What Is and What Should Never Be (Page/Plant) - 4:39
13. Dancing Days (Page/Plant) - 3:41
14. Moby Dick (Bonham/Jones/Page) - 19:23
15. Whole Lotta Love(Bonham /Jones/ /Page/Plant/Dixon)
/Boogie Chillun (Besman /Hooker)
/Let's Have – (Leiber)
/Hello Marylou (Pitney)
/Going Down Slow (Oden) - 23:07
16. Rock and Roll (Bonham/Jones/Page/Plant) - 3:55
17. The Ocean (Bonham/Jones/Page/Plant) - 4:19
18. Bring It on Home (Dixon)
/Bring It on Back (Bonham/Jones/Page/Plant) - 9:29

Led Zeppelin

Robert Plant
Jimmy Page
John Paul Jones
John Bonham

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Sobre Márcio Ribeiro

Nascido no ano do rato. Era o inicio dos anos sessenta e quem tirou jovens como ele do eixo samba e bossa nova foi Roberto Carlos. O nosso Elvis levou o rock nacional à televisão abrindo as portas para um estilo musical estrangeiro em um país ufanista, prepotente e que acabaria tomado por um golpe militar. Com oito anos, já era maluco por Monkees, Beatles, Archies e temas de desenhos animados em geral. Hoje evita açúcar no seu rock embora clássicos sempre sejam clássicos.

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