Resenha - Wicked Is My Game - Raise Hell
Por Drustan
Postado em 11 de dezembro de 2002
Nota: 8 ![]()
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Passados dois anos desde seu último trabalho, "Not Dead Yet", a banda sueca RAISE HELL finalmente retorna com seu mais recente petardo, denominado "Wicked Is My Game".

Apesar de estar mais trampado e menos veloz que em relação aos seus álbuns anteriores, este álbum ainda segue a mesma linha Thrash com fortes influências de Death, esbanjando muito peso e agressividade.
As guitarras continuam calcadas no melhor estilo Thrash Old School, acompanhadas pelos vocais cada vez mais agressivos de Jonas Nilson e pela cozinha extremamente pesada e eficas, mostrando que o fato da banda ter mantida sua mesma formação desde a época em que foi formada, em 1995, lhes rendeu um entrosamente incrível.
Das nove faixas, vale destacar "Nightwatcher" (com riffs totalmente Thrash), a abertura "Hellborn" e a fudidaça "Destiny Deceiver", que certamente irá fazer muito neguinho sair batendo cabeça feito louco.
Faixas:
Hellborn
Nightwatcher
The Haunted House
Wicked Is My Game
In My Cell
Another Side
Death Race
Devil May Care
Destiny Deceiver
Total time: 45:37
Formação:
Jonas Nilson (guitars & vocals)
Dennis Ekdahl (drums)
Torstein Wickberg (guitars)
Niklas Sjöström (bass).
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