Resenha - Wicked Is My Game - Raise Hell
Por Drustan
Postado em 11 de dezembro de 2002
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Passados dois anos desde seu último trabalho, "Not Dead Yet", a banda sueca RAISE HELL finalmente retorna com seu mais recente petardo, denominado "Wicked Is My Game".

Apesar de estar mais trampado e menos veloz que em relação aos seus álbuns anteriores, este álbum ainda segue a mesma linha Thrash com fortes influências de Death, esbanjando muito peso e agressividade.
As guitarras continuam calcadas no melhor estilo Thrash Old School, acompanhadas pelos vocais cada vez mais agressivos de Jonas Nilson e pela cozinha extremamente pesada e eficas, mostrando que o fato da banda ter mantida sua mesma formação desde a época em que foi formada, em 1995, lhes rendeu um entrosamente incrível.
Das nove faixas, vale destacar "Nightwatcher" (com riffs totalmente Thrash), a abertura "Hellborn" e a fudidaça "Destiny Deceiver", que certamente irá fazer muito neguinho sair batendo cabeça feito louco.
Faixas:
Hellborn
Nightwatcher
The Haunted House
Wicked Is My Game
In My Cell
Another Side
Death Race
Devil May Care
Destiny Deceiver
Total time: 45:37
Formação:
Jonas Nilson (guitars & vocals)
Dennis Ekdahl (drums)
Torstein Wickberg (guitars)
Niklas Sjöström (bass).
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
O melhor disco de thrash metal de cada ano da década de 90, segundo o Loudwire
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A melhor música de cada disco do Megadeth, de acordo com o Loudwire
Agenda mais leve do Iron Maiden permitiu a criação do Smith/Kotzen, diz Adrian Smith
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
O ex-integrante do Megadeth com quem Dave Mustaine gostaria de ter mantido contato
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
A importância do jogador de futebol Kaká para os evangélicos, segundo Rodolfo
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
O álbum que para Andreas Kisser tem "a maior música já escrita no Rock"
Roger Waters responde que música do Pink Floyd ele gostaria que tocasse em seu velório
Bill Hudson: "No Brasil, se você não tocar com ex-membro do Angra, ninguém vai ouvir"

O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



