Resenha - Lead Guitar - Johan Randén
Por Thiago Sarkis
Postado em 26 de agosto de 2002
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A música é indubitavelmente um dos meios mais eficientes e potentes na captação e expressão de sentimentos, emoções diversas. Grandes pensadores e filósofos falaram sobre ela, dentre eles, Platão, que a definiu como "o remédio da alma". Nenhuma outra afirmação caberia melhor depois de ouvir "Lead Guitar" de Johan Randén, e me curar do mal terrível de enxergar o mundo juvenil pela viseira burra de Hanson, Britney Spears & cia.

Foram necessárias muitas audições até chegar a um bom grau de abstração e análise crítica, para que não surgisse um texto com a pasmaceira e cara de tacho de alguém que ouviu quase quarenta minutos de instrumental fantástico tocado por um menino de apenas treze (13 - T-R-E-Z-E) anos.
Quando recebi o disco e li comentários sobre o jovem, imaginava um pretensioso virtuose, mesmo com tantos elogios. Ouvindo-o percebi o quanto estava enganado.
O "feeling" do moleque daria arrepios em Jimmy Page. Seu trabalho na semi-acústica "Nylon Revolution" geraria, com certeza, agradáveis e surpreendentes escutas a Al Di Meola e / ou Paco de Lucía. A pegada rocker, bem curtida, com temas candidatos à trilha sonora de esportes radicais, levaria Joe Satriani e Steve Morse à loucura, por tamanhas e precoces categoria, vibração e técnica. Por fim, bastante do maravilhoso e insano "espírito de porco" zappiano está presente, contando com o apoio do mestre Mattias IA Eklundh, que produziu, escreveu e tocou em todo o álbum.
Por enquanto – e já é muito, algo realmente fantástico -, podemos falar de um garoto prodígio, fenômeno do século XXI, capaz de horrorizar e deixar boquiaberta uma platéia inteira com a perfeição de seu toque e interpretação de, por exemplo, "The Black Page" de Frank Zappa. No futuro, e caso ele siga este caminho, já que temos de considerar as várias escolhas que ainda terá pela frente, poderemos constatar um gênio, assim como, entre outros, Shawn Lane, que aos quatorze anos excursionava com o Black Oak Arkansas.
Line-Up:
Johan Randén (Guitarras)
Mattias IA Eklundh (Bateria – Baixo – Guitarra base – Programação – Teclados – Percussão – Bandolim – Banjo)
Onde comprar:
Guitar 9 Records - http://www.guitar9.com/leadguitar.html
Material cedido por:
Thunderstruck Productions © 2002
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Prefeito do Rio coloca Paul McCartney e Bono em vídeo sobre megashow em Copacabana
Baterista Jay Weinberg deixa o Suicidal Tendencies
O melhor álbum conceitual da história do metal progressivo, segundo o Loudwire
A melhor música de heavy metal lançada em 1986, segundo o Loudwire - não é "Master of Puppets"
O legado do Iron Maiden, nas palavras do baixista e fundador Steve Harris
O melhor compositor de rock de todos os tempos, segundo Elton John
As Obras Primas do Rock Nacional de acordo com Regis Tadeu
Steve Harris defende "The X Factor" e reforça o peso emocional do álbum
O baterista que Neil Peart disse que "não veremos outro igual"
Foo Fighters realiza primeiro show de 2026; confira setlist e vídeos
Playlist - Uma música de heavy metal para cada ano, de 2000 a 2025
31 discos de rock e heavy metal que completam 40 anos em 2026
O clássico do rock que mostra por que é importante ler a letra de uma música
A única banda de rock nacional que derrota os Paralamas para Pedro Bial
Os 11 melhores álbuns conceituais de metal progressivo, segundo a Loudwire
Quando Sílvio Santos fez piada com a montagem onde aparece como Steve Harris
Como era a divisão financeira de direitos autorais no Raimundos, segundo Digão
Os 10 maiores álbuns da história do grunge, em lista do Brave Words

Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: "Load" não é um álbum ruim e crucificável
Black Sabbath: Born Again é um álbum injustiçado?



