Resenha - Rebirth - Angra

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Por Fábio Faria
Enviar correções  |  Comentários  | 

Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Mudança de formação é sempre uma situação difícil para qualquer banda. Quando essa mudança envolve a troca de vocalista a coisa pode ser traumática em alguns casos. Felizmente os fãs do Angra podem ficar tranqüilos, a banda superou esse obstáculo com tranqüilidade. Os novos integrantes são tão talentosos quanto seus antecessores, fazendo do Angra um conjunto bastante coeso.

221 acessosRafael Bittencourt: "Eu nunca fui tão feliz", making of #235000 acessosLuxúria: uma lista de alguns dos clipes mais sexys da história

Um dos destaques de “Rebirth” sem dúvida alguma é a voz do Eduardo Falaschi – como canta esse cara! –. Seu estilo vocal está fiel ao consagrado por André Matos no Angra, porém, Edu mostra que tem personalidade, usando quase todos os recursos de sua voz – faltou a agressividade, como em algumas músicas do Symbols. Na faixa "Millennium Sun", podem ser notadas duas influências do vocalista. Logo na introdução com piano ele lembra o grande Freddie Mercury; ainda na mesma canção, nos remete a James Labrie, do Dream Theater.

Vale ressaltar o trabalho do baterista Aquiles Priester, um monstro nos dois bumbos. Ele é um daqueles músicos que conseguem deixar sua marca numa canção. Aquiles e Felipe Andreoli formam a “cozinha” perfeita para as novas composições da banda, entretanto, o baixista parece um pouco contido; todos sabem que ele é capaz de se sobressair no seu modo de tocar.

Os membros remanescentes do Angra, os guitarristas Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt, lavaram a alma com “Rebirth” e devem estar sorrindo a toa, porque conseguiram nesse álbum, exorcizar os momentos difíceis pelos quais passaram com o racha sofrido no conjunto. Os dois guitarristas mostram maturidade em suas composições, mesclando peso, harmonia, técnica, melodia e virtuosismo necessários a uma banda com o status atingindo pelo o Angra.

Eles não se arriscaram. Preferiram manter o estilo voltado ao início de carreira, o que parece ter sido a decisão correta. Apesar disso, influências do Blind Guardian e Rhapsody são evidentes no modo como os corais e teclados foram usados em algumas canções. Influências da música brasileira(Maracatu), como uma forma de buscar destaque no mercado internacional também são sentidas de forma agradável na faixa “Unholy Wars”.

Como destaque podem ser citadas as músicas “Heroes Of the Sand”, “Running Alone”, “Nova Era”, “Rebirth” e “Acid Rain”, mas é visível no álbum todo a qualidade musical dos integrantes do Angra.

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Outras resenhas de Rebirth - Angra

4341 acessosAngra: "Rebirth" apresentou uma banda renovada5000 acessosTradução - Rebirth - Angra


221 acessosRafael Bittencourt: "Eu nunca fui tão feliz", making of #23237 acessosRedeTV!: Sonoridades entrevista a banda Angra nesta quinta-feira513 acessosAngra Fest: Fabio Lione e Pompeu convidam fãs para o festival3679 acessosNando Moura: a trolagem do Megadeth e o Top 5 do Kiko Loureiro3748 acessosAngra: "É o melhor baixista com quem eu já trabalhei, um MONSTRO!"5000 acessosKiko Loureiro: "minha resposta para o Nando Moura"0 acessosTodas as matérias e notícias sobre "Angra"

AngraAngra
Aquiles ou Confessori? Em vídeo, Bruno Valverde responde

Kiko LoureiroKiko Loureiro
"Alemanha, que sirva de exemplo para nós"

Felipe AndreoliFelipe Andreoli
Louvado por homônimo do CQC no programa do Huck

0 acessosTodas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDs0 acessosTodas as matérias sobre "Angra"


LuxúriaLuxúria
Uma lista de alguns dos clipes mais sexys da história

Rolling StoneRolling Stone
As 10 melhores bandas de Heavy Metal

CamisetasCamisetas
Beldades globais e sua paixão pelo rock

5000 acessosLauren Harris: Como é ser filha do baixista do Iron Maiden5000 acessosMetal Hammer: dez "estranhas" colaborações no metal5000 acessosFotos de Infância: Lemmy Kilmister, do Motorhead5000 acessosJennifer Gottlieb: a gostosa do That Metal Show5000 acessosDave Mustaine: dinheiro, mulher e drogas arruinaram todas as bandas4679 acessosRock: seis bandas que se inspiraram na cultura Pop

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.


Sobre Fábio Faria

"Maidenmaníaco" convicto, nascido em 1973, passou a escutar Rock com 10 anos de idade. Primeiro disco adquirido foi "Destroyer" do Kiss. Logo depois conheceu o álbum "Killers" do Iron Maiden, e a identificação foi instantânea. Curte todos os estilos e sub-estilos do Rock e do Metal. Sem preconceito, escuta desde Black Sabbath, Yes, Janis Joplin, Slayer, In Flames, Sex Pistols até Dream Theater, U2, Blind Guardian, Slipknot, Carcass, etc. Bandas favoritas: Iron Maiden e Beatles.

Mais matérias de Fábio Faria no Whiplash.Net.

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em junho: 1.119.872 visitantes, 2.427.684 visitas, 5.635.845 pageviews.

Usuários online