Resenha - Rebirth - Angra

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Por Fábio Faria
Enviar correções  |  Comentários  | 

Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Mudança de formação é sempre uma situação difícil para qualquer banda. Quando essa mudança envolve a troca de vocalista a coisa pode ser traumática em alguns casos. Felizmente os fãs do Angra podem ficar tranqüilos, a banda superou esse obstáculo com tranqüilidade. Os novos integrantes são tão talentosos quanto seus antecessores, fazendo do Angra um conjunto bastante coeso.
1676 acessosAngra: Os primórdios de Angel's Cry antes da Demo Reaching Horizons5000 acessosRaul Seixas - Perguntas e Respostas

Um dos destaques de “Rebirth” sem dúvida alguma é a voz do Eduardo Falaschi – como canta esse cara! –. Seu estilo vocal está fiel ao consagrado por André Matos no Angra, porém, Edu mostra que tem personalidade, usando quase todos os recursos de sua voz – faltou a agressividade, como em algumas músicas do Symbols. Na faixa "Millennium Sun", podem ser notadas duas influências do vocalista. Logo na introdução com piano ele lembra o grande Freddie Mercury; ainda na mesma canção, nos remete a James Labrie, do Dream Theater.

Vale ressaltar o trabalho do baterista Aquiles Priester, um monstro nos dois bumbos. Ele é um daqueles músicos que conseguem deixar sua marca numa canção. Aquiles e Felipe Andreoli formam a “cozinha” perfeita para as novas composições da banda, entretanto, o baixista parece um pouco contido; todos sabem que ele é capaz de se sobressair no seu modo de tocar.

Os membros remanescentes do Angra, os guitarristas Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt, lavaram a alma com “Rebirth” e devem estar sorrindo a toa, porque conseguiram nesse álbum, exorcizar os momentos difíceis pelos quais passaram com o racha sofrido no conjunto. Os dois guitarristas mostram maturidade em suas composições, mesclando peso, harmonia, técnica, melodia e virtuosismo necessários a uma banda com o status atingindo pelo o Angra.

Eles não se arriscaram. Preferiram manter o estilo voltado ao início de carreira, o que parece ter sido a decisão correta. Apesar disso, influências do Blind Guardian e Rhapsody são evidentes no modo como os corais e teclados foram usados em algumas canções. Influências da música brasileira(Maracatu), como uma forma de buscar destaque no mercado internacional também são sentidas de forma agradável na faixa “Unholy Wars”.

Como destaque podem ser citadas as músicas “Heroes Of the Sand”, “Running Alone”, “Nova Era”, “Rebirth” e “Acid Rain”, mas é visível no álbum todo a qualidade musical dos integrantes do Angra.

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Outras resenhas de Rebirth - Angra

4231 acessosAngra: "Rebirth" apresentou uma banda renovada5000 acessosTradução - Rebirth - Angra

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

AngraAngra
Banda reage à tragédia com Adrenaline Mob

1676 acessosAngra: Os primórdios de Angel's Cry antes da Demo Reaching Horizons874 acessosAngra: mais um vídeo das gravações do novo álbum1842 acessosBlind Guardian e Rhapsody: Como seria Hansi e Lione cantando juntos?2564 acessosAngra: Uma rara versão acústica de "Carry On" com Andre Matos0 acessosTodas as matérias e notícias sobre "Angra"

Kiko LoureiroKiko Loureiro
Tocando Iron Maiden com garotas do Iron Maidens

Kiko LoureiroKiko Loureiro
O melhor guitarrista do ano no Revolver Awards

BateristasBateristas
Alguns que usam a pegada tradicional para tocar

0 acessosTodas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDs0 acessosTodas as matérias sobre "Angra"

Raul SeixasRaul Seixas
Perguntas e respostas e curiosidades diversas

Axl RoseAxl Rose
Sugerindo prática oral sexual a Paul Stanley

Aleister CrowleyAleister Crowley
Um dos pensadores que inspiraram o Heavy Metal

5000 acessosMeet & Greet: Como os roqueiros de verdade se comportam5000 acessosPink Floyd: a história por trás de "Animals"5000 acessosPunk Rock: os 25 melhores discos segundo o site IGN5000 acessosMetallica: Kirk Hammett sempre teve muita empatia por Dave Mustaine3538 acessosBaixos e Guitarras: Os mais estranhos da Namm 20165000 acessosMetal Hammer: Vocalistas com infâncias problemáticas

Sobre Fábio Faria

"Maidenmaníaco" convicto, nascido em 1973, passou a escutar Rock com 10 anos de idade. Primeiro disco adquirido foi "Destroyer" do Kiss. Logo depois conheceu o álbum "Killers" do Iron Maiden, e a identificação foi instantânea. Curte todos os estilos e sub-estilos do Rock e do Metal. Sem preconceito, escuta desde Black Sabbath, Yes, Janis Joplin, Slayer, In Flames, Sex Pistols até Dream Theater, U2, Blind Guardian, Slipknot, Carcass, etc. Bandas favoritas: Iron Maiden e Beatles.

Mais matérias de Fábio Faria no Whiplash.Net.

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em fevereiro: 1.218.643 visitantes, 2.740.135 visitas, 6.216.850 pageviews.

Usuários online