Resenha - Live Evolution - Queensryche

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Por Marcio Carreiro
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O Queensryche é uma banda singular e de difícil definição... Metal Progressivo, Rock Progressivo, Hard Rock, Heavy Metal...? Sem tentar rotular fica bem mais fácil e interessante entender o trabalho da banda que culmina, depois de 20 anos de estrada, nesse duplo ao vivo entitulado "Live Evolution".

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Diferente de outros álbuns ao vivo, a banda resolveu dividir este em "suites" dedicadas às diferentes fases/períodos que a banda atravessou: EP/The Warning/Rage For Order, Operation: MindCrime, Empire/Promised Land e Hear In The Now Frontier/Q2K.

O primeiro cd é quase irretocável (talvez um pouco mais de destaque nos nacking vocals o tornassem perfeito). O repertório vai de clássicos como "Queen Of The Reich" e "Take Hold OF The Flame" a deliciosas surpresas como "London" e "Suite Sister Mary", esta última com participação especialíssima de Pamela Moore (a mesma que gravou os vocais no papel de Mary no "Operation: MindCrime")

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O segundo traz os backing mais audíveis e, se por um lado deixa de lado singles como "Bridge" e "Sign Of The Times" (ambas de autoria do ex-guitarrista da banda Chris De Garmo), por outro inclui pérolas como "Another Rainy Night" e "Hit The Black" - que dificilmente seriam incluídas se Chris ainda estivesse na banda. Não podemos deixar de mencionar que é neste segundo cd que aparece o maior sucesso comercial da banda, a balada "Silent Lucidity", cujo vídeo-clip ganhou o VMA's da MTV como "Escolha da Audiência" em 1991.

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Para quem já conhece a banda é impossível não perceber as mudanças nas melodias , nos solos e nos pequenos detalhes de algumas músicas. A saída de De Garmo parece ter dado um pouco mais de liberdade aos outros músicos. A entrada de Kelly Gray em seu lugar trouxe novas perspectivas e novas funções aos músicos. Os mais ortodoxos podem considerar seus solos sujos e cheios de wah-wah. Os outros entendem como mais garra e personalidade.

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Para quem não conhece o trabalho da banda, o álbum é uma ótima oportunidade para conferir suas principais músicas, seguramente um dos melhores vocalistas da história do rock, e uma banda que prima pelo belo, pelo estético, sem apelar para um pretenso virtuosismo e ainda assim sendo virtuosa.

Enfim, o álbum é sensacional, essencial.

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