Resenha - Razorblade God - Drakkar

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Por Alexandre Avelar
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Não, isso aqui não é um CD, isso aqui é um verdadeiro MILAGRE! Quem diria que que esse Drakkar, cujos dois primeiros CDs fazem jus à origem da banda (Itália), ou seja, são péssimos, depois de inacreditáveis mudanças de formação, lançaria um CD como esse, cheio de RIFFS MATADORES (isso mesmo!), vocais agressivos (chegam a lembrar o Ralf Scheepers, do Primal Fear) e andamentos pesados e variados (nada daquele speed enjoativo das bandas de melódico).

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Vou insistir: se você, como eu, estava plenamente convencido de que da Itália nunca viria coisa que prestasse, prepare-se para QUEBRAR A CARA depois de ouvir esse Razorblade God. Feito isso, e perdido o preconceito, aproveite também para conferir o novo do White Skull (The Dark Age), que, assim como o Drakkar, mudou de formação e melhorou 100% nos quesitos peso e agressividade.

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