Resenha - As Phat as it Gets - Leslie West

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Paulo Haroldo
Enviar Correções  

7

Eis de volta o ex-gorducho e sua guitarra Rocket. Em seu nono LP solo, West retorna com o tradicional hard rock pesado entremeado por blues certeiros. São 12 faixas onde vários convidados especiais dão brilho extra: Joe Lynn Turner manda bons vocais na hard ballad "The Cell" e em "I Can't Shake it"; Kim Simmonds - o lendário axeman do Savoy Brown - divide os solos com West no belo blues "Stormy Monday" e na latina "Tequila" (Santana iria debulhar nessa); no baixo, Leo Lyons e Wilbur Bascomb. E em todas as faixas a pegada pesada de West com os longos e inspirados licks, acompanhados da voz rascante. "Allergic" e "Palace of the King" são puro West, Bruce & Laing - a banda que West formou no início dos anos 70 com Jack Bruce para tentar dar uma "resposta americana" ao reinado de Eric Clapton. Ao todo, 48 minutos de rock básico e bem tocado (West não se preocupa em preencher os 74 minutos do cd com músicas descartáveis).

publicidade

Para quem não sabe, existe um karma na vida de Leslie West chamado Mountain. É referência ao seu antigo "corpinho" e, principalmente, ao grupo do qual nunca deixa de retomar, e com o qual lançou um CD (Man's World, de 96) após vários anos de afastamento por causa de drogas. Reza a lenda que West toca ao vivo tão alto que deixou surdo o baixista da banda, o grande e saudoso Felix Pappalardi. Os outros discos solo de Leslie West são:

Mountain (1969) / The Great Fatsby (1975) / The Leslie West Band (1976) / Go For your Life (1985) / Theme (1988) / Alligator (1989) / Dodgin' the Dirt (1993) / Live! (1993)

publicidade




Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Sepultura: Andreas Kisser explica por que nunca rolará reuniãoSepultura
Andreas Kisser explica por que nunca rolará reunião

Black Sabbath: avó de Iommi era brasileira e pais eram católicosBlack Sabbath
Avó de Iommi era brasileira e pais eram católicos


Sobre Paulo Haroldo

Ex-comerciante, divorciado (liberdade ainda que tardia). Preferências musicais: Hard Rock (principalmente anos 70), Blues, Heavy Metal sem podreira, Progressivo (não confundir com ProgMetal), e todo bom rock/pop feito sem samplers, computadores e outros artifícios eletrônicos que só servem para mascarar falsos músicos. Exterminador de hip-hoppers...

Mais matérias de Paulo Haroldo no Whiplash.Net.

WhiFin WhiFin