Black Sabbath: a icônica resenha de Lester Bangs sobre Black Sabbath

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Por Ivison Poleto dos Santos, Fonte: Metal Addicts
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Lester Bangs foi um famoso crítico musical que escreveu resenhas e artigos para várias revistas como a Rolling Stone e a Creem. Ele tinha um estilo, para dizer o mínimo, controverso de escrever resenhas. Alguns vão lembrar dele como o tutor de William Miller no filme "Quase famosos". O também crítico musical Jim DeRogatis o chamou de "o maior crítico de rock da América". Bangs morreu na cidade de Nova Iorque em 30 de abril de 1982, com 33 anos de idade, vítima de uma overdose acidental de dextropropoxifeno (um analgésico opióide), diazepam (benzodiazapam) e NyQuil. Em 1970 ele teve a oportunidade de revisar o álbum de estreia do Black Sabbath. Vamos dizer apenas que ele não foi legal com a banda. Se ele soubesse...

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Leia a resenha aqui:

"Muito além das faixas do mundo industrial de um país chamado Cream existem trabalhadores não-qualificados como o Black Sabbath, que surge como um ritual roqueiro de uma celebração de uma missa satânica ou algum outro tipo de enganação. Talvez uma resposta britânica ao Coven. Bem, eles não são tão ruins assim, mas isso é todo o crédito que merecem. O álbum todo é uma enganação, com uns títulos sombrios e letras vazias que soam como o Vanilla Fudge pagando um tributo ao Aleister Crowley. O álbum não tem nada a ver com espiritualismo, oculto ou qualquer coisa como cópias baratas dos clichês do Cream aprendidos de algum manual barato repetidos com uma frequência irritante. Os vocais são esparsos com a maior parte do álbum sendo preenchida com lentas linhas de baixo sobre uma guitarra que se prende a imitar os claptonismos dos piores momentos do Cream. Eles ainda têm a coragem de fazer duelos discordantes entre guitarra e baixo como numa corrida maluca para encontrar os perímetros musicais que parecem ter esquecido - igualzinho o Cream! Porém, pior."




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Sobre Ivison Poleto dos Santos

Veterano das guerras metálicas. Pesquisador, escritor, resenhista, músico frustrado (por isso tudo o anterior). Ao contrário da opinião comum, acho que o melhor do Metal ainda está por vir e que existem grandes bandas novas por aí. Só procurar. No meu caso elas vêm até mim.

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