AC/DC: O making of da clássica faixa "Highway To Hell"

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Por Marcio Millani, Fonte: Ultimate Classic Rock
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Em 5 de agosto foi lançado o terceiro livro do autor Jesse Fink, 'The Youngs: The Brothers Who Built AC/DC', lançado pela St. Martin's Press. A publicação, que pode ser adquirida pela Amazon, é considerada não tanto como uma biografia, e sim como um reconhecimento crítico ao apelo duradouro da banda, tendo como foco principal os irmãos YOUNG, que têm sido seu fio condutor. Por meio de suas 320 páginas, o livro destaca 11 músicas escritas pelos irmãos entre 1968 e 1990, revelando as estórias por trás das canções. Ao longo do caminho, Fink conversa com outros integrantes do AC/DC para colher opiniões, bem como obter perspectivas de músicos das bandas GUNS N' ROSES, DROPKICK MURPHYS e ROSE TATTOO. Fink foi generoso o bastante para oferecer este longo mas fascinante trecho, que narra o making of de uma das mais famosas músicas do AC/CD, 'Highway to Hell'.

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O que há nesta canção que faz com que ela seja tão mais poderosa do que qualquer outra coisa que o AC/DC tenha escrito ou produzido até este momento?

Seria o refrão inesquecível? Ou o power chord inicial que se torna aquela montanha de som? Seria a produção? Seria a letra? Ou os backing vocals eclodindo ao surgirem na mixagem?

"Isso é uma das coisas que me chamaram a atenção logo no princípio quando a ouvi," diz Mark Evans. "Grande parte é BON. Pode-se ouvir um pouco do MALCOLM. Mas principalmente BON, que achei realmente estranho, porque é como, 'O que é isso?', escute. É a prova dos nove. Pessoalmente acho o melhor álbum da banda."

Em seu livro 'Highway to Hell', Joe Bonomo tenta desvendar o segredo: "Um refrão fácil, daqueles de bater cabeça e levantar os braços, tão atraente e cheio de sujeira, e com as camadas de vocais harmonizados que te faz sentir dentro de uma festa cheia de fumaça."

JOHN WHEELER, do HAYSEED DIXIE possui sua própria teoria: "É a letra de rock perfeita. Há oito linhas [em cada verso] e um refrão, que é sempre a mesma coisa, sem contar 'Don't stop me!' É genial: escrever algo tão econômico e que diz tudo. Muitas bandas possuem um 'som,' mas quando você deixa um pouco de lado aquele som e toca a música apenas com um violão vê que não sobra muita coisa. Não é o caso com 'Highway to Hell.' Essa música funciona se for tocada por uma banda de rock, de bluegrass ou até com uma banda de fanfarra."

Mas Tony Platt, que foi o engenheiro de mixagem, menciona algo mais primordial.

"É muito vibrante e angular," diz. "Mas isto te dá o punch. Somente um ritmo do cacete. Muito simples e direto. É só aquele ritmo inicial cru."

Seja lá o que for que faz com que 'Highway to Hell' seja sem dúvida uma das melhores músicas dos YOUNG, é o single que não só levou o AC/DC aos Estados Unidos ao tocar nas rádios mas também forçou aqueles que odiavam a banda - e haviam muitos deles em 1979 - a se calarem.

"Quando o clip de 'Highway to Hell' apareceu na TV precisei sentar e prestar atenção," diz CHRIS MASUAK, da banda RADIO BIRDMAN. "A produção é robusta mas elegante o suficiente para minhas sensibilidades 'superiores' e o som das guitarras é incrível. Fui lá e comprei o disco e tive minha primeira pontada de lamento e culpa por ter tido uma valiosa aula de guitarra um pouco tarde. AC/DC não era muita coisa pra mim, mas fiquei feliz por finalmente me ligar neles."

Tony Platt trabalhou em quatro gravações do AC/DC: 'Highway to Hell,' 'Back in Black,' 'Flick of the Switch' (como coprodutor junto a MALCOLM e ANGUS YOUNG) e na trilha sonora do filme 'AC/DC: Let There Be Rock,' que está no box set Bonfire.

O britânico foi apresentado a Lange por meio de um amigo em comum chamado Adam Sieff, que se tornou o diretor de jazz da Sony no Reino Unido e Europa, e encontrou alguém que gostou de seu pedigree: Lange queria um engenheiro que estivesse bem por dentro do som "encorpado" do rock britânico e Platt, não por acaso, havia trabalhado com seu principal expoente: FREE.

Seu lendário guitarrista, PAUL KOSSOFF, não só deixou o AC/DC no abandono quando morreu antes que a banda pudesse abrir para o BACK STREET CRAWLER em 1976, como também deixou uma marca indelével no som de MALCOLM YOUNG. 'All Right Now', música do FREE, foi tocada ao vivo pelo AC/DC em 1974 e, como aponta Phil Sutcliffe em sua biografia, "o lick inicial de guitarra de 'You Ain't Got a Hold on Me' lembra 'Wishing Well', do FREE, com um solo de guitarra de MALCOLM na versão original australiana de 'High Voltage.'

"Quando soube que Lange estava trabalhando em 'Highway to Hell' pensei, 'Oh, isto é um ganho,'" diz Platt. "Um pouco da aspereza foi levemente refinada quando necessário, mas sem comprometer a energia. 'Highway to Hell' provavelmente é a música que mais deve a 'All Right Now' no que se refere à sua construção. Há todo o tipo de fatores que exercem influência [em uma gravação]. A mesa de mixagem utilizada foi a mesma que em 'All Right Now'. Então há um certo tom emanado por este fato. O processo de gravação é meio que um compromisso em todas as fases pelo fato de que microfones não são tão sensíveis como os ouvidos em muitos aspectos. E o cérebro processa sons de um modo específico. E quando o som é comprimido através dos cabos toda uma gama de coisas o afetam.

"Então o trabalho de um engenheiro e de um produtor é tentar achar um meio-termo a ser aplicado. Aí ou você faz isso, tentando, sem saber se será produtivo, ou você pode dizer, 'Bem, vamos fazer com que isto se torne um processo criativo." Aí, ao escolher microfones, mesas, equipamentos e tudo o mais o que for necessário para te direcionar para seu compromisso [você pode] realmente reverter tudo em seu benefício de um modo ou de outro."

Terry Manning, que também trabalhou para Lange como engenheiro, concorda que a escolha de equipamentos e até da sala onde está sendo realizada a gravação tem um efeito enorme no resultado do som de um álbum.

"Existe uma influência," diz. "É verdade que quaisquer equipamentos utilizados e o modo pelo qual você os utiliza farão uma diferença. Mas sem dúvida que a principal influência são os músicos e o som que eles são capazes de produzir desde o início. Em seguida vem a filosofia das pessoas que estão gravando, neste caso, Tony e Mutt. Um fator muito importante também, penso eu, é a própria sala de gravação, e isso sempre foi um fator positivo no que se refere ao Compass Point: ambos os estúdios, e principalmente o Estúdio A, possui uma sonoridade fantástica. Isso também pode ser conferido em 'Addicted to Love', do ROBERT PALMER. O som realmente se destaca."

Platt continua: "Quando você tem uma banda como o AC/DC, que possui um som muito distinto, o que você tem que fazer é não estragar tudo. Você tem que realmente trabalhar tudo com a máxima fidelidade e, ao mesmo tempo, se possível, melhorar a qualidade de uma forma marcante, de modo que quando você se deparar com aquele "algo" na gravação, conseguirá ter aquele impacto visual de imaginar a banda tocando bem na sua frente."

Este é o maior triunfo de 'Highway to Hell'. Lange conseguiu algo que Vanda & Young não conseguiram. Ele faz com que você consiga enxergar a música: Os pequenos dedos dos YOUNG dedilhando as cordas, até mesmo os grooves. O som realmente é assim tão delineado.

"O que Mutt quis fazer foi capturar alguma coisa daquela essência do rock britânico, encorpado, em vez de ter aquela ansiedade do rock americano," diz Platt. "Então, tendo trabalhado com esse tipo de coisa, eu sabia que era uma questão de não ter aquelas camadas de guitarras e coisas desse tipo."

"É sobre criar um som onde você consegue sentir que pode realmente imaginar a sala com a banda tocando nela. Há uma certa quantidade do aspecto visual que você necessita para evocar todo o som. E foi um pouco árduo de fazer com 'Highway to Hell' porque a música não foi gravada de um modo que fez com que isso tivesse acontecido facilmente. Aí quando me disseram para voltar e fazer 'Back in Black' eu pensei, "Bem, quero fazer um pouco diferente."

"Então há realmente uma mudança de 'Highway to Hell' para 'Black in Black' em termos de abrir espaço e construir tudo de forma mais acessível. É o tipo de som onde você pode visualizar [a banda] na sala e ao mesmo tempo mergulhar de cabeça e deixar aquilo tomar conta de tudo. Você tem que ser capaz de ver o zumbido das cordas para sentir a coisa."

É um testamento do belo trabalho que fez Lange e o seu pessoal em 'Highway to Hell' que outros produtores usam para testar os estúdios.

"Quando estávamos gravando 'Eliminator'", do ZZ TOP, diz Manning, "BILLY GIBBONS e eu todas as manhãs ouvíamos uma ou duas faixas de 'Highway to Hell' através dos monitores do estúdio, no talo. Isso sempre nos deixava acelerados, bem no clima para o nosso rock 'n' roll."

"Mutt quer que tudo seja o mais profissional possível, e capaz de traduzir mais do mundo, e talvez ser 'elegante' seja parte disso, mas ele sempre superou os limites da tecnologia, principalmente naqueles tempos, e provavelmente conseguindo certas maneiras de fazer com que tudo soe maior, melhor, e mais conciso do que muitas pessoas faziam à época."

Por exemplo, em 'Back in Black' Platt e Lange utilizaram o set-up de rádio que ANGUS YOUNG usa ao vivo para enviar a guitarra para diferentes amplificadores em salas distintas, assim criando um som tão exclusivo que quando eles desejavam alterar alguma parte de um dos solos durante a mixagem, e os rádios não estivessem disponíveis, era muito difícil adequar o som. Para a mixagem de 'Highway to Hell', Platt também integrou a guitarra na sala do estúdio a fim de obter algo mais "espaçoso".

"Mutt foi uma influência fantástica para o AC/DC e um completo perfeccionista," diz Phil Carson. "Ele conseguiu o melhor das performances em estúdio da banda."

Em 1981, antes de trabalhar em 'For Those About to Rock,' o álbum que marcou o encerramento de sua associação com o AC/DC, Lange (novamente com Platt) produziu o '4', disco do FOREIGNER, que contém os hits 'Waiting for a Girl Like You' e 'Urgent,', que ficaram respectivamente em 2º e 4º lugar nos Estados Unidos: seus maiores hits àquela época. Jimmy Douglass, o engenheiro do AC/DC em 'Live from the Atlantic Studios' e cogitado para ser o produtor de Highway to Hell antes de Lange, trabalhou no primeiro álbum do FOREIGNER.

"Fiquei completamente estupefato com 'Highway to Hell'," ele diz. "Eu não o teria feito dessa maneira. Para mim era realmente um ZEPPELIN retrô. Eles acertaram em cheio. Quando ouvi, eu estava como, 'Uau, que incrível.' Eles eram tão enérgicos e tão dinâmicos que não percebi que esta seria a direção que eles tomariam. O gênio de Lange foi que ele foi lá e fez algo que já havíamos ouvido, e o fez muito melhor."

Mario "The Big M" Medious, o lendário executivo da Atlantic que trabalhou com o LED ZEPPELIN no início dos anos 70 e já foi descrito pela Rolling Stone como "o promotor mais foda do music biz,", concorda com Douglass: "O AC/DC continuou de onde o ZEPPELIN parou. Eles possuíam a energia e o som pirante, para ser tocado no máximo, que fizeram com que fossem os maus mamajamas. Eu amei o AC/DC."

Lange, ele próprio um ótimo músico, não impôs sua marca na banda mas dela extraiu o melhor que pode sem nenhuma conspiração.

"Ele era alguém que amava licks, e amava construções de acordes," Ralph Simon disse a Larry LeBlanc. "Ele costumava enfatizar que se você tiver um lick principal, você poderá obter outros quatro licks em contraponto ao lick inicial." Ele curtia muito os EAGLES e o tipo de som que eles faziam" e era "tão talentoso", que "é provavelmente o mais próximo que possa existir de um QUINCY JONES."

Uma rara visão acerca da abordagem de Lange no estúdio foi comentada em uma entrevista com Trevor Horn - grande produtor inglês que trabalhou com FRANKIE GOES TO HOLLYWOOD, GRACE JONES e SEAL - para a Billboard em 1998. O exigente Horn, com seu trabalho exuberante, consegue facilmente estar na mesma categoria dos perfeccionistas.

"Certa vez Mutt Lange disse-me, 'Você tem uma banda, coloca-a em uma sala para tocar as músicas, a ensaia, leva-a para o estúdio, prepara tudo, vai para a sala de controle, ouve, e tudo soa como lixo. Invariavelmente é o que acontece. Depois, é uma questão de quanta determinação você tem e até onde você quer chegar.' Acho que ele está certo."

Os YOUNGS, apesar de terem resmungado sobre o jeito meticuloso de Lange, tinham o conhecimento de que estavam na presença de alguém realmente talentoso. MICHAEL BOLTON, um dos maiores sucessos comerciais que passaram pelas mãos de Lange, o chama de "um místico entre os produtores - um tipo sábio e sereno como Obi-Wan Kenobi."

"Ele não chegou a estampar seu som nos caras, como ele fez com DEF LEPPARD e SHANIA TWAIN," diz Mike Fraser. "Ele definitivamente conseguiu um som para ele. 'Highway to Hell' e 'Back in Black' ainda soam como AC/DC para mim. Mutt realmente é bom no que se refere à definição. Ele ajuda a materializar as coisas seja por meio de arranjos ou das estruturas sonoras das canções. Mas isso tudo já estava lá com o AC/DC; é somente uma questão de como você está apresentando isso. Mutt é o tipo de cara Tipo-A, sempre atento aos detalhes, dessa maneira ele tem certeza em obter o que quer. Na mixagem de 'Iron Man 2' eu devo dizer, cara, como foi bem gravado. Você pode simplesmente apertar os faders e tudo está lá."

David Thoener, que mixou 'For Those About to Rock', diz: "Concordo com Mike. Mutt sempre sabe o que quer e ouve tudo em sua mente, aí é uma questão de tempo conseguir que o artista execute exatamente o que Mutt tem em sua mente. Algumas vezes isso quer dizer compasso a compasso, se necessário. Ele é mais paciente do que qualquer pessoa com quem eu tenha trabalhado, e não sossega."

Thoener, que é de Nova York, se lembra de passar um bom tempo com Lange "em um caminhão estacionado do lado de fora do local onde os ROLLING STONES ensaiavam", em Quai de Bercy, Paris, gravando o que viria a ser o seu álbum de despedida com o AC/DC. Ele vinha trabalhando com o J. GEILS BAND em 'Freeze Frame', quando foi chamado em junho de 1981 para ir à França trabalhar nas sessões de 'For Those About to Rock'. Outro álbum da J. GEILS BAND, 'Love Stinks', de 1980, era uma dos favoritos de Lange.

"Pensei que tinha concluído com o J. GEILS BAND muito antes da data de minha partida em agosto. Estava trabalhando 14 horas por dia sete dias por semana e terminei a última mixagem de 'Freeze Frame' em um sábado, dormi no domingo e peguei um avião para Paris na segunda."

"Era uma sala enorme de pedra, como me lembro; um belo desafio. Trabalhamos das 10 da manhã até meia noite seis dias por semana em Paris terminando a gravação, e então viajamos para Londres. Descansei no dia da viagem e comecei a mixar no dia seguinte, eram seis dias por semana 14 horas por dia por cerca de um mês. No final, eu estava acabado."

"Levamos cinco dias mixando a música 'For Those About to Rock' embora eu achasse que tínhamos conseguido logo no primeiro dia. Era somente uma mesa analógica de 24 canais mas Mutt não desistiu até que todas suas ideias tivessem tido encaminhamento. Sim, ele é um perfeccionista. Acredito que é por isso que todos os artistas com os quais ele tenha trabalhado têm gravações incríveis em termos de qualidade de som. Toda canção com a qual ele esteve envolvido é uma obra de arte. Quando você, sendo engenheiro de som, trabalha com Mutt, sempre tenta manter e executar seu trabalho dando tudo de si. Ele sempre estará passos à frente.

Esse zêlo obsessivo para conseguir tudo direito, não importando o tempo que irá demorar, necessitou de tolerância não só por parte do AC/DC, cujos integrantes estavam acostumados a conseguir tudo no menor espaço de tempo possível, e os assistentes de Lange que trabalhavam arduamente, mas também de quem estava desembolsando a grana, ou seja, a Atlantic. Eles estavam satisfeitos em aguardar e deixar o excêntrico produtor fazer a parte dele.

"Ouvi dizer que ele não gostava mesmo de ninguém no estúdio," diz Jerry Greenberg. "Então nós atendemos seus desejos. Eu estava acostumado a ficar no estúdio, vendo Jerry Wexler e Tom Dowd gravarem ARETHA FRANKLIN. Eu entrava e via a genialidade de Wexler e Dowd. Com Mutt Lange, tudo que consegui foi ouvir a genialidade. Mas 'Highway to Hell' obviamente foi uma gravação muito melhor produzida do que a que estávamos conseguindo com Vanda & Young."

E o que a gravadora americana do AC/DC conseguiu por toda a paciência, investimento e firme decisão foi tudo que eles aguardavam há muito tempo: um hit.

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Sobre Marcio Millani

Nasceu e sempre morou em São Paulo. É formado em Sistemas de Informação e pós-graduado em Língua Portuguesa, mas não atua em nenhuma das duas áreas. É baixista, mas também curte brincar com guitarra e bandolim. Participou das bandas paulistanas Centúrias e Mixto Quente, ambas com discos lançados pelo selo Baratos Afins na década de 80. Participou também de inúmeras bandas cover de Blues, Classic Rock e Fusion. Além destes estilos gosta de Progressivo, Jazz, Bluegrass e música clássica.

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