Resenha - Master Plan - Chris Brooks
Por Thiago Sarkis
Postado em 29 de novembro de 2003
Nota: 8 ![]()
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Chris Brooks é o melhor exemplo possível para se falar do efeito extremamente positivo que o renascimento do progressivo, em seu viés metal, deu a guitarristas que seguem carreira solo instrumental. O estilo se enriqueceu a partir das novas tendências capitaneadas pelo Dream Theater.

Os fãs da Era Kevin Moore, especialmente de "Awake", certamente adorarão "The Master Plan". As composições, apesar de conterem diferenças cruciais, se assemelham em algumas estruturas, no balanço de peso e belas melodias, variantes rítmicas interessantes, e especialmente um ótimo fraseado com temas memoráveis.
Neste sentido, ouvidos atentos a "Kryptica", "Inner Light", "Only Time" e o destaque incontestável "Crack In The Hourglass". Arranjos belíssimos, mudanças contínuas nos timbres – por sinal, escolhidos a dedo – e acuidade técnica.
A seriedade dos australianos no que se reporta à música já nos revelou figuras extraordinárias. E atualmente, a leva de músicos bem instruídos e talentosos surgindo de lá chega a ser acobardante. Do estrondoso Virgil Donati a este extraordinário Chris Brooks.
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